{"id":1071,"date":"2020-08-05T17:33:14","date_gmt":"2020-08-05T20:33:14","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=1071"},"modified":"2020-12-28T13:17:22","modified_gmt":"2020-12-28T16:17:22","slug":"casablanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/casablanca\/","title":{"rendered":"Casablanca"},"content":{"rendered":"<p>O cl\u00e1ssico CASABLANCA (102\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Michael Curtiz, EUA (1942), \u00e9 considerado um dos filmes mais rom\u00e2ntico j\u00e1 realizado. O filme coloca o casal Ilsa e Rick, interpretados pela atriz sueca Ingrid Bergman e pelo ator norte-americano Humphrey Bogart, no altar dos sonhos de todo amante cujo \u00edntimo desejo \u00e9 experimentar uma verdadeira hist\u00f3ria de amor, mesmo que esta hist\u00f3ria tenha um fim. Mas vamos j\u00e1 avisando. O amor em\u00a0<em>Casablanca<\/em>\u00a0n\u00e3o \u00e9 aquele amor arrebatador. Aquele amor beirando o imposs\u00edvel, a que estamos acostumados a assistir em filmes em que os apaixonados, para viverem sua paix\u00e3o, s\u00e3o capazes de mover montanhas. Em\u00a0<em>Casablanca<\/em>, o m\u00e1ximo que se move \u00e9 uma ta\u00e7a de champanhe, ao som da espetacular can\u00e7\u00e3o\u00a0<em>As Time Goes By<\/em>.<\/p>\n<p>Esta falta de arroubos passionais ocorre porque h\u00e1 outras quest\u00f5es urgentes a serem consideradas. O amor em\u00a0<em>Casablanca<\/em>\u00a0se aproxima do amor perigoso, em que cada frase e cada gesto s\u00e3o colocados numa balan\u00e7a para posterior avalia\u00e7\u00e3o, e, neste caso, a balan\u00e7a \u00e9 a devastadora ferocidade da Segunda Guerra Mundial, que tem em Casablanca uma pequena amostra do que uma guerra insana pode produzir. Desespero, solid\u00e3o, injusti\u00e7a, bandidagem, corrup\u00e7\u00e3o e, de quebra, o reencontro de um amor antigo, sa\u00eddo da outrora Paris banhada de luz e sonhos. O que se v\u00ea agora, na rom\u00e2ntica Casablanca, \u00e9 este amor, feito de lembran\u00e7as e saudades, submetido a novos tempos, e que dificilmente poder\u00e1 ser revivido.<\/p>\n<p>O filme \u00e9 ambientado na capital marroquina Casablanca, a esta \u00e9poca sob o dom\u00ednio do governo provis\u00f3rio franc\u00eas de Vichy, aliado, certo, da Alemanha. Portanto, por ser Casablanca um territ\u00f3rio franc\u00eas, era para onde os parisienses fugiam, em longa rota, na esperan\u00e7a de conseguir um visto para embarcarem num avi\u00e3o rumo \u00e0 Lisboa, de onde partiriam, em navios, para os Estados Unidos. \u00c9 em torno desta \u00e2nsia de fuga que gira a constru\u00e7\u00e3o do roteiro.<\/p>\n<p>Rick, um norte-americano metido em confus\u00f5es mundo afora, acaba tamb\u00e9m ele em Casablanca, onde monta seu famoso caf\u00e9, frequentado por oficiais alem\u00e3es, por refugiados \u00e0 procura de vistos de sa\u00edda, e at\u00e9 por bandidos e lar\u00e1pios, subprodutos sociais da guerra. E \u00e9 neste bar, o Rick\u2019s Caf\u00e9, que entra, \u00e0 procura tamb\u00e9m de vistos para comprar, o casal Ilsa e Viktor Laszlo (Paul Henreid). Ela acaba entrando onde? No caf\u00e9 do seu antigo amor parisiense! \u00c9 a partir daqui que o filme ganha nuances rom\u00e2nticas, e muita nostalgia.<\/p>\n<p>A narrativa se desenvolve como se fosse um jogo de xadrez. Cada pedra que se movimenta gera uma ansiedade, em doses cada vez mais fortes, num quebra cabe\u00e7a alucinante, em que cada gesto \u00e9 pensado, sem que se desperdice um olhar, um sorriso, um aperto de m\u00e3o, nada \u00e9 secund\u00e1rio, ali tudo tem que ser r\u00e1pido, tenso, o tempo urge, o pr\u00f3ximo avi\u00e3o vai partir, e para que se consiga embarcar \u00e9 preciso movimentar a m\u00e1quina da corrup\u00e7\u00e3o, \u00fanica senha para a fuga.<\/p>\n<p>E assim n\u00f3s chegamos ao que interessa no filme, a rela\u00e7\u00e3o de amor entre Ilsa Lund \u2013 Ingrid Bergman no auge da sua beleza \u2013 e Rick Blaine \u2013 Humprhey Bogart finalmente al\u00e7ado \u00e0 categoria de gal\u00e3 de Hollywood.<\/p>\n<p>Apesar de ser quase unanimidade como o par rom\u00e2ntico do cinema, h\u00e1 que se fazer algumas considera\u00e7\u00f5es. O peso hist\u00f3rico do filme \u00e9 asfixiante, mesmo porque o filme foi rodado em 1942, no auge da guerra, quando o dom\u00ednio alem\u00e3o era para l\u00e1 de assustador. E este peso recai sobre Viktor Laszlo, rec\u00e9m-chegado \u00e0 Casablanca, s\u00edmbolo da resist\u00eancia, portanto, um personagem de imensur\u00e1vel import\u00e2ncia ideol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Viktor Laszlo \u00e9 casado com Ilsa. Enquanto Viktor passa um ano no campo de concentra\u00e7\u00e3o, Ilsa Laszlo conhece e se apaixona pelo irresist\u00edvel Rick Blaine, numa Paris ainda livre e glamourosa. Mas Paris logo cai nas m\u00e3os dos alem\u00e3es e o par rom\u00e2ntico \u00e9 obrigado a se desfazer. Por causa dos bombardeios? Porque neste exato momento, Viktor foge do campo de concentra\u00e7\u00e3o para se reencontrar com a esposa. Pronto. Est\u00e1 formado o quiproqu\u00f3 rom\u00e2ntico, um novelo terr\u00edvel que o filme vai ter que desenrolar. E o filme, feito \u00e0s pressas, sob a press\u00e3o pol\u00edtica do momento, teve, sim, uma certa dificuldade em desenrolar este novelo. E \u00e9 disto que vamos falar rapidamente.<\/p>\n<p>O\u00a0<em>flashback<\/em>\u00a0\u00e9 um dos recursos mais utilizados no cinema e seu efeito pode enriquecer, esclarecer, acentuar, enfim, \u00e9 de utilidade funcional na estrutura narrativa de um filme. No caso de\u00a0<em>Casablanca<\/em>, serve como mem\u00f3ria afetiva, quando o objetivo \u00e9 mostrar e justificar os momentos rom\u00e2nticos vividos pelo casal, em Paris. No entanto, observamos que os\u00a0<em>flashbacks<\/em>\u00a0s\u00e3o muito contidos e formais. Talvez falte aquilo que \u00e9 essencial no amor rom\u00e2ntico, a loucura.<\/p>\n<p>Umberto Eco, escritor e fil\u00f3sofo italiano, reclamou da falta de verdade das personagens. Talvez Umberto Eco sentisse falta dos impulsos verdadeiramente rom\u00e2nticos, ausentes em Paris, e agora necess\u00e1rios para fazer de Casablanca a continuidade da paix\u00e3o iniciada na cidade luz. Mas Casablanca vivia sob o terror do medo, ent\u00e3o n\u00e3o cabia, apesar das magn\u00edficas atua\u00e7\u00f5es de Humphrey e Ingrid, se dedicar a reconstruir esta paix\u00e3o. O casal Ilsa e Viktor precisa fugir, e dependem da vontade de Rick, que det\u00e9m, escondidos no piano, os salvos condutos milagrosos. E a\u00ed, roteiristas (s\u00e3o quatro) e diretor? Como resolver a quest\u00e3o? Quem vai ficar com quem?<\/p>\n<p>Diz-se que o diretor Michael Curtiz, na tentativa de resolver o problema, pediu a Ingrid Bergman (Ilsa) que tivesse uma atitude amorosa amb\u00edgua em rela\u00e7\u00e3o aos dois pretendentes. E entendemos, dadas as dificuldades, ter sido uma solu\u00e7\u00e3o, se n\u00e3o criativa, bastante operacional do ponto de vista de resolver a verossimilhan\u00e7a da narrativa. Sem os arroubos, n\u00e3o caberia a Rick a doce felicidade de fugir com sua epis\u00f3dica amada. A ideologia, neste caso, falou mais alto, mantendo, assim, a coer\u00eancia da trama.<\/p>\n<p>O filme foi sucesso absoluto e ainda \u00e9. Inigual\u00e1vel. Era para estrear em meados de 1943, mas quando as tropas aliadas invadem e retomam Casablanca, em 8 de novembro de 1942, Hollywood, leia-se Warner Brothers, apressa a estreia, que ocorreria em 7 de dezembro de 1942, portanto, um m\u00eas ap\u00f3s a liberta\u00e7\u00e3o de Casablanca. A guerra foi o terreno f\u00e9rtil para construir esse magn\u00edfico filme, mas, pode-se tamb\u00e9m afirmar, talvez com uma certa margem de erro, que a guerra foi o limite de\u00a0<em>Casablanca<\/em>, muito diferente de\u00a0<em>E o Vento Levou<\/em>, em que a Guerra Civil Americana levou ao extremo os afazeres rom\u00e2nticos entre Scarlet O\u2019Hara e Rhett Butler. S\u00e3o dois pesos e duas medidas, o que torna p\u00e9ssima a compara\u00e7\u00e3o, pelo que pedimos desculpas. Mas, na imagina\u00e7\u00e3o sem limites do espectador, o que fica \u00e9 a ideia de que o amor em tempos dif\u00edceis pode ser mais saboroso, e mais excitante, mesmo que passageiro. Em suma, aprendemos que o amor precisa de algo mais que a simples fantasia. Ele precisa da verdade. Mesmo sendo fic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cl\u00e1ssico CASABLANCA (102\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Michael Curtiz, EUA (1942), \u00e9 considerado um dos filmes mais rom\u00e2ntico j\u00e1 realizado. 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