{"id":1164,"date":"2020-06-25T21:09:11","date_gmt":"2020-06-26T00:09:11","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=1164"},"modified":"2021-04-08T08:10:47","modified_gmt":"2021-04-08T11:10:47","slug":"mamaezinha-querida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/mamaezinha-querida\/","title":{"rendered":"Mam\u00e3ezinha Querida"},"content":{"rendered":"<p>MAM\u00c3EZINHA QUERIDA (128\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Frank Perry, EUA (1981), \u00e9 baseado no livro hom\u00f4nimo de Christina Crawford, filha adotiva de Joan Crawford, e relata, sem muitas retic\u00eancias, como era a mam\u00e3e Joan, uma das musas do cinema da \u00e9poca de ouro de Hollywood. N\u00e3o \u00e9 bem uma biografia. N\u00e3o \u00e9 a atriz e sua gloriosa carreira que importam aqui. Como atriz, sabemos, Joan Crawford teve uma trajet\u00f3ria memor\u00e1vel. Foi das poucas da sua \u00e9poca que transitou do cinema mudo para o cinema falado sem a menor cerim\u00f4nia. Transformou-se, na d\u00e9cada de 1930, na grande rainha da MGM, para depois ser reduzida a \u201cveneno de bilheteria\u201d, em fun\u00e7\u00e3o de sucessivos fracassos, j\u00e1 nos anos 1940. J\u00e1 fora da MGM, ressurgiria para o Oscar de melhor atriz em 1946, com <em>Alma em Supl\u00edcio<\/em>. E ainda teria outras duas indica\u00e7\u00f5es, 1948 e 1953. Personalidade dif\u00edcil, mas que trazia dinheiro para os est\u00fadios. Esta guerreira Joan Crawford merece um filme s\u00f3 para falar dela. Neste, em <em>Mam\u00e3ezinha Querida<\/em>, o que interessa \u00e9 a querida mam\u00e3e Joan, levada \u00e0s telas dos cinemas a partir dos relatos da filha Christina. E \u00e9 a\u00ed que o bicho pega.<\/p>\n<p>Joan Crawford, nascida Lucille Fay LeSeur, \u00e9 algu\u00e9m com mania de limpeza \u2014 um gr\u00e3o de poeira invis\u00edvel \u00e9 motivo de transtorno \u2014, com mania de ordem, nada fora do lugar, n\u00e3o tolera ser contrariada, portanto, n\u00e3o tolera a vontade do outro, \u00e9 o centro e o epicentro, e as crian\u00e7as pobres s\u00e3o t\u00e3o importantes quanto os filhos (ou mais). Na cena do anivers\u00e1rio de Christina, esta obsess\u00e3o fica pedagogicamente clara. Das dezenas de brinquedos ganhos pela mimada Christina (Mara Hobel), ela ter\u00e1 o direito de escolher apenas um. O restante ir\u00e1 para os orfanatos. No entanto, Joan Crawford, ao adotar o lindo e loiro beb\u00ea Christina, n\u00e3o imaginava que a filha fosse ter a capacidade (personalidade) de reagir aos comportamentos abusivos da m\u00e3e.<\/p>\n<p>Houve muita pol\u00eamica quando do lan\u00e7amento do livro, em 1979, dois anos ap\u00f3s a morte da atriz. Veja que a filha nem esperou o cad\u00e1ver esfriar. N\u00e3o perdeu tempo para desfilar, em tapete vermelho, suas m\u00e1goas e suas verdades. Hollywood se dividiu entre se calar ou defender Joan. O certo \u00e9 que Christina Crawford n\u00e3o poupou o passado. Ao assistir ao filme, fica claro que n\u00e3o h\u00e1 meio termo. O filme acontece entre as quatro paredes. E as paredes, \u00e0s vezes, confessam.<\/p>\n<p>As rea\u00e7\u00f5es ao filme, \u00e0 \u00e9poca, podem ser compreendidas a partir de v\u00e1rias raz\u00f5es, que v\u00e3o al\u00e9m da qualidade art\u00edstica do projeto. Ali\u00e1s, o filme n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o ruim quanto quiseram que fosse. Ao contr\u00e1rio, ele sobrevive at\u00e9 hoje, cercado de uma legi\u00e3o de f\u00e3s. A quest\u00e3o \u00e9 que o filme toca em alguns aspectos essencialmente humanos, como a constru\u00e7\u00e3o da pessoa a partir da sua inf\u00e2ncia, e mais, toca na constru\u00e7\u00e3o idealizada do que \u00e9 ser m\u00e3e. O que vemos \u00e9 um \u00edcone de Hollywood, encarnado na tela pela implac\u00e1vel \u2014 \u00e0s vezes exagerada \u2014 Faye Dunaway, mostrando-nos uma Joan Crawford descontrolada, presa \u00e0s suas obsess\u00f5es. E, n\u00e3o raro, aos berros com a filha, \u00e0s vezes indo a vias de fato, a ponto de tentar esgan\u00e1-la. Algumas cenas assustam. O \u00f3dio parece se sobrepor ao amor.<\/p>\n<p>O problema est\u00e1 na origem das verdades. \u00c9 sabermos que aquela m\u00e3e Joan que est\u00e1 diante de n\u00f3s \u00e9 constru\u00edda segundo a vers\u00e3o da filha. E este \u00e9 o ponto. O que se leva para a tela \u00e9 uma vers\u00e3o. Portanto, nunca saberemos ao certo a verdade sobre os comportamentos disfuncionais de Joan Crawford em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 filha. Talvez seja mais seguro tomarmos a atriz apenas como um s\u00edmbolo do cinema que lutou bravamente para construir algo que pudesse fazer sentido para sua vida outrora sofrida. Prov\u00e1vel, lutar pela sobreviv\u00eancia numa Hollywood competitiva tenha-a levado a excessos, onde tudo vale, inclusive destruir afetos. Como diz a crian\u00e7a Christina, ao ver que a m\u00e3e rasgara o rosto do namorado \u2014 o querido tio Greg \u2014 da foto em fam\u00edlia. \u201c<em>Se ela n\u00e3o gostar de voc\u00ea, ela pode te fazer desaparecer.<\/em>\u201d<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria Faye Dunaway evita falar deste filme, j\u00e1 que v\u00ea nele uma <em>performance<\/em> negativa em sua vitoriosa carreira de atriz. Talvez esta atitude seja um pouco pessoal, e que n\u00e3o corresponde ao que hoje entendemos do filme. Est\u00e1 certo que algumas cenas beiram o histrionismo, com destaque para tr\u00eas delas. A cena em que Joan surpreende Christina em seu aparador. Aos berros, vai cortando os cabelos da filha. Ou ap\u00f3s ser demitida da MGM, quando destr\u00f3i, numa sequ\u00eancia de desvarios, seu suntuoso jardim de rosas. E ainda, j\u00e1 para o final, quando desafiada por Christina, que a acusa de estar mentindo, perde o controle e tenta sufocar a filha at\u00e9 a morte. Sem falar da quarta cena, a dos cabides, quase um festival de horrores.<\/p>\n<p>Levando-se em considera\u00e7\u00e3o que hoje, neste s\u00e9culo XXI, muito se fala e se discute sobre os abusos f\u00edsicos e emocionais de rela\u00e7\u00f5es parentais, a realidade retratada no filme bate \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o com o que vemos acontecer dentro e fora das quatro paredes. O mal ganhou as ruas, n\u00e3o h\u00e1 mais tanto pudor em admitir que esse tipo de crueldade sempre existiu. Neste aspecto, <em>Mam\u00e3ezinha Querida<\/em> nos soa cruelmente moderno, e vem nos ajudar a entender um pouco mais os pontos de desequil\u00edbrio nas rela\u00e7\u00f5es humanas. E, \u00f3bvio, o que mais nos choca \u00e9 que se trata de uma rela\u00e7\u00e3o m\u00e3e-filha. N\u00e3o devia chocar tanto, por se tratar da rela\u00e7\u00e3o mais umbilical que existe, onde o risco de perpetuar nosso miser\u00e1vel legado \u00e9 evidente. Basta reproduzir o que diz Joan Crawford, quando questionada pelo namorado Greg, pela maneira r\u00edgida com que trata a filha. Diz ele. \u201c<em>Ela \u00e9 s\u00f3 uma crian\u00e7a.<\/em>\u201d \u201c<em>Eu tamb\u00e9m fui s\u00f3 uma crian\u00e7a!<\/em>\u201d &#8211; retruca Joan. Aqui est\u00e1 a chave da trag\u00e9dia nas rela\u00e7\u00f5es abusivas, quando insistimos em colocar nossos filhos como c\u00f3pias da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Para efeitos de ilustra\u00e7\u00e3o, remetemos o espectador ao filme de Ingmar Bergman, <em>Sonata de Outono<\/em>, que trata do mesmo tema, a mulher moderna confrontada com as obriga\u00e7\u00f5es \u2014 e cobran\u00e7as \u2014 de ser m\u00e3e. Em <em>Sonata de Outono<\/em>, os abusos s\u00e3o bem mais sutis, mas n\u00e3o menos cru\u00e9is. Como em <em>Mam\u00e3ezinha Querida<\/em>, os sofrimentos da\u00ed gerados se perpetuam, impregnam a pele e arrastam suas v\u00edtimas para uma vida infeliz.<\/p>\n<p>Neste aspecto, em seu in\u00edcio, o filme apenas pincela o quadro familiar destrutivo de onde a crian\u00e7a Joan Crawford veio. Mas o suficiente para emoldurar os comportamentos obsessivos adotados por Joan vida afora, seja como m\u00e3e, mulher ou profissional. Em se tratando de filhos, a quem negaremos o que n\u00e3o tivemos \u2014 o afeto \u2014, criar-se-\u00e1 na rela\u00e7\u00e3o uma din\u00e2mica em que os movimentos de troca se complicar\u00e3o \u00e0 medida que os filhos passam a refletir as fraquezas e car\u00eancias dos pais. A pior coisa para Joan, cr\u00ea-se, \u00e9 se ver espelhada na filha.<\/p>\n<p>Christina, por ser adotiva, traz uma gen\u00e9tica diferente. Mas traz tamb\u00e9m a emp\u00e1fia (a menina das respostas espertinhas), instrumento bastante \u00fatil para enfrentarmos a vida. E a autora Christina n\u00e3o esconde isto de si mesma. Vivenciou a rela\u00e7\u00e3o com a m\u00e3e entre confrontos e submiss\u00f5es. A cada passo, a cada frase, a cada olhar, uma poss\u00edvel explos\u00e3o. \u00c9 nesta amplitude que o filme encontra seu valor, sua for\u00e7a e sua humanidade, porque \u00e9 exatamente isto que ele nos mostra. E tanto fica verdadeiro, que a pr\u00f3pria Christina n\u00e3o \u00e9 apresentada no filme como a v\u00edtima, ao contr\u00e1rio, ela se torna o contraponto disfuncional de uma personalidade tamb\u00e9m insubmissa e na maioria das vezes conflituosa. O amor, ao longo do filme, paira no ar, mas sem conseguir realizar seu pouso definitivo. At\u00e9 esperarmos que, com a velhice de Joan e a maturidade de Christina (Diana Scarwid), a rela\u00e7\u00e3o se estabilize num patamar em que ambas acenem com o pano branco da rendi\u00e7\u00e3o. O filme mostra um pouco disto, a tr\u00e9gua no final da vida. At\u00e9 que a morte de Joan Crawford chega e Christina descobre que foi abusivamente deserdada. \u00c9 quando o \u00f3dio retoma seu voo definitivo.<\/p>\n<p>Em suma, \u00e9 bom lembrar. Quanto menos os pais percebem as diferen\u00e7as entre eles e os filhos, quanto mais obrigam os filhos a assumirem a sua origem, os seus gostos e valores, mais os pais tendem a ser abusivos. \u00c9 quando eles confundem educa\u00e7\u00e3o com supress\u00e3o da individualidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MAM\u00c3EZINHA QUERIDA (128\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Frank Perry, EUA (1981), \u00e9 baseado no livro hom\u00f4nimo de Christina Crawford, filha adotiva de Joan Crawford, e relata, sem muitas retic\u00eancias, como era a mam\u00e3e Joan, uma das musas do cinema da \u00e9poca de ouro de Hollywood. N\u00e3o \u00e9 bem uma biografia. 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