{"id":1353,"date":"2020-12-20T12:58:31","date_gmt":"2020-12-20T15:58:31","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=1353"},"modified":"2021-07-10T15:02:37","modified_gmt":"2021-07-10T18:02:37","slug":"pastoral-americana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/pastoral-americana\/","title":{"rendered":"Pastoral Americana"},"content":{"rendered":"<p>O filme PASTORAL AMERICANA (126\u2019), EUA (2016), saiu de uma obra liter\u00e1ria exuberante, de mesmo t\u00edtulo, escrita pelo consagrado autor estadunidense Philip Roth, e publicada em 1997. No ano seguinte, ele levaria o pr\u00eamio <em>Pulitzer<\/em> por este romance. A dire\u00e7\u00e3o do filme fica por conta de Ewan McGregor, que tamb\u00e9m protagoniza Seymor Levov, a personagem dissecada como o s\u00edmbolo de uma Am\u00e9rica que oferece o sonho de riqueza para todos, indistintamente. Seymor chega ao \u00e1pice do sucesso, pessoal e empresarial, como o representante deste ide\u00e1rio norte-americano. S\u00f3 que Philip Roth prefere colocar sua personagem no ponto de tens\u00e3o m\u00e1ximo, no limite da exaust\u00e3o \u2014 a tumultuada d\u00e9cada de 1960. \u00c9 quando a sociedade norte-americana come\u00e7a a questionar valores que se assentavam sobre a idealiza\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia perfeita que ajuda a construir a riqueza da na\u00e7\u00e3o. Os tempos agora s\u00e3o outros. Para a pol\u00edtica, para a velha moral, para o capitalismo ainda mais selvagem, em que outros agentes, principalmente os pa\u00edses asi\u00e1ticos, passam a abocanhar parte desta riqueza, derramando seus produtos baratos em mercados antes privativos dos Estados Unidos. <em>Pastoral Americana<\/em> \u00e9 uma ironia que se espalha pela vida de Seymor Levov como um veneno a ser sorvido lentamente, at\u00e9 lev\u00e1-lo \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o. Imigrante judeu da terceira gera\u00e7\u00e3o, recebido de bra\u00e7os abertos por esta Am\u00e9rica generosa em oferecer oportunidades, v\u00ea agora, atrav\u00e9s de sua filha Merry, a quarta gera\u00e7\u00e3o, serem pulverizadas as suas cren\u00e7as nacionalistas, sobre as quais construiu seus sonhos. O filme de Ewan McGregor luta desesperadamente para acompanhar as quase quinhentas p\u00e1ginas do romance, e se n\u00e3o o faz a passos firmes e seguros, cabe-lhe o m\u00e9rito de levar para a tela uma narrativa instigante, necess\u00e1ria para compreender como tudo o que se idealiza ser\u00e1 entregue \u00e0 implac\u00e1vel voracidade da Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>O filme come\u00e7a com a quadrag\u00e9sima quinta reuni\u00e3o dos antigos alunos da escola secund\u00e1ria de Newark, Nova Jersey. O livro, assim como o filme, apresenta o narrador como testemunha de parte dos fatos a serem narrados. No entanto, este narrador \u2014 escritor por profiss\u00e3o \u2014 desconhece o n\u00facleo da trama, e se utiliza do amigo de classe, Jerry Levov (Rupert Evans), presente \u00e0 reuni\u00e3o, e irm\u00e3o mais novo do protagonista, para se p\u00f4r a par dos acontecimentos. O Sueco (apelido de Seymor) acaba de morrer e o famoso escritor, Nathan Zuckerman (David Strathairn), tem interesse em dissecar a hist\u00f3ria do seu \u00eddolo esportivo de inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>O grande Sueco, o jovem atleta que dominou v\u00e1rios esportes estudantis na Nova Jersey, cuja fama poderia lev\u00e1-lo aos campos do esporte profissional, preferiu renunciar a esta natural trajet\u00f3ria para se dedicar aos neg\u00f3cios da fam\u00edlia, a f\u00e1brica de luvas, em franca expans\u00e3o, criada pelo pai. Afinal, produzir riqueza \u00e9 o que exige a Am\u00e9rica! Revela ser um \u00f3timo empres\u00e1rio, o que faz do Sueco a imagem perfeita vendida pela iconoclastia do sonho do sucesso garantido em terras ianques. S\u00f3 que este modelo \u2014 do sonho realiz\u00e1vel \u2014 chega a seu esgotamento.<\/p>\n<p>O roteirista \u00e9 bastante fiel \u00e0s passagens que geram a\u00e7\u00e3o e aos di\u00e1logos narrativos da obra liter\u00e1ria. Ali\u00e1s, dentro do seu estilo vibrante e caracterizado pela simplicidade das frases curtas e r\u00edtmicas, Philip Roth tamb\u00e9m se destaca nos di\u00e1logos, uma qualidade rara para romances, cuja dilui\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica sempre dificulta o di\u00e1logo tenso, de car\u00e1ter teatral. Diria que sua estrutura narrativa, em que despreza a cronologia em favor da demonstra\u00e7\u00e3o de realidades que s\u00e3o paralelas e ao mesmo tempo imprescind\u00edveis \u00e0 compreens\u00e3o psicol\u00f3gica das personagens, incita no leitor a curiosidade (e a paci\u00eancia) de chegar logo ao final do livro para ter diante de si o painel completo da trama. Numa feliz op\u00e7\u00e3o, o filme escolheu a linearidade, fugindo \u00e0 dilu\u00edda complexidade da trama, portanto, de riscos desnecess\u00e1rios.<\/p>\n<p>Ao optar pela linearidade, podemos observar o malabarismo do roteirista em pin\u00e7ar cada fato dentro do romance de quase 500 p\u00e1ginas e orden\u00e1-los numa sequ\u00eancia dram\u00e1tica que coopte o interesse do espectador e o insira \u2014 apesar dos limites \u2014 nas problem\u00e1ticas trazidas por Philip Roth. Para ficar em um exemplo, tomemos uma das cenas iniciais do filme, em que assistimos ao jovem apaixonado judeu Seymor Levov levar a namorada irlandesa cat\u00f3lica Dawn (Jennifer Connelly) para ver o pai Lou Levov (Peter Riegert), e dele obter o consentimento do namoro e futuro casamento. Esta cena, b\u00e1sica para a compreens\u00e3o de muitos dos conflitos que permeiam o filme, corresponde, no romance (Cia das Letras, tradu\u00e7\u00e3o de Rubens Figueiredo), a uma das \u00faltimas cenas, cujo ponto m\u00e1ximo \u00e9 o vibrante di\u00e1logo entre Lou Levov e Dawn, entre as p\u00e1ginas 442 e 452. Coube ao roteirista John Romano percorrer a trama labir\u00edntica para compor sua narrativa simples e cativante.<\/p>\n<p>Portanto, como estrat\u00e9gia de s\u00edntese narrativa, o filme se prende t\u00e3o somente ao n\u00facleo dram\u00e1tico do romance \u2014 o dilema familiar de Seymor Levov \u2014, passando ao largo das inten\u00e7\u00f5es sociopol\u00edticas de Philip Roth, cuja fic\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas um pretexto para ele discutir, com total habilidade e conhecimento dos fatos hist\u00f3ricos, temas que lhe s\u00e3o caros. Desnuda o engodo capitalista americano, quando se sabe que esta mesma Am\u00e9rica cobra at\u00e9 a \u00faltima gota de sangue dos que acreditaram num sonho que para a maioria ser\u00e1 inalcan\u00e7\u00e1vel. Em troca da desilus\u00e3o, \u00e9 oferecido aos desiludidos um bom sal\u00e1rio, desde que se escravizem numa linha de produ\u00e7\u00e3o alucinante.<\/p>\n<p>A contestadora filha, acometida de gagueira, Merry Seymor (Dakota Fanning), cria\u00e7\u00e3o espetacular da falha geneal\u00f3gica familiar, ser\u00e1 a agente desta ruptura, quando embarca em atos terroristas e explode a mercearia (com morte) do pacato lugar onde moravam. A explos\u00e3o, gestada dentro da casa dos Levov, \u00e9 o doloroso ponto da triste realidade que se anuncia. Numa d\u00e9cada de intensos movimentos sociais, de lutas por direitos civis dos negros, o segregacionismo, os assassinatos pol\u00edticos (John F. Kennedy, Martin Luther King, Robert Kennedy), e a desastrosa Guerra do Vietn\u00e3 v\u00eam colocar a nu a mentira do sonho alcan\u00e7\u00e1vel. E o Sueco, o protagonista, acompanha, indefeso, esta trajet\u00f3ria de horrores que desembocar\u00e1 na decomposi\u00e7\u00e3o familiar. \u00c9 o an\u00fancio do fim de uma era.<\/p>\n<p>A cena fat\u00eddica, que prenuncia a desconstru\u00e7\u00e3o do ideal de fam\u00edlia feliz, est\u00e1 na fala da senhora Penny Hamlin (Samantha Mathis), quando Seymor e Dawn v\u00e3o visit\u00e1-la para oferecer as condol\u00eancias pela morte do marido, provocada pela bomba colocada na mercearia da fam\u00edlia pela adorada filha do casal, Merry Levov. A fala da Sra. Hamlin exp\u00f5e a l\u00f3gica titubeante do conceito moralista de felicidade e infelicidade. Ela n\u00e3o julga o casal cuja filha aparentemente desfez sua fam\u00edlia. N\u00e3o! A fam\u00edlia dela n\u00e3o foi desfeita, porque ela e os filhos, a despeito da morte do pai, continuam intactos e perpetuar\u00e3o a luta pelo ideal de felicidade, diferente da outra fam\u00edlia, a dos Levov, a despeito de todos continuarem vivos, algo foi destru\u00eddo pela a\u00e7\u00e3o mal\u00e9vola da filha. Para a Sra. Hamlin, os Levov est\u00e3o condenados \u00e0 infelicidade.<\/p>\n<p>O que move Seymor \u00e9 o componente culpa. A eterna culpa que surge quando os pais se deparam com os desvios morais do filho. \u00c9 a velha pergunta. O que \u00e9 que eu fiz de errado? A busca pelo erro \u00e9 um dos movimentos essenciais do protagonista, infelizmente minimizado pelo filme, que n\u00e3o buscou explorar certas consequ\u00eancias psicol\u00f3gicas, quando \u2014 dando um exemplo \u2014 a filha Merry, aos onzes anos, pede ao pai que ele a beije, \u201ccomo ele beija a mam\u00e3e\u201d. Philip Roth faz o pai beijar a filha na boca, mesmo que seja um beijo com conota\u00e7\u00e3o de inoc\u00eancia. O roteiro omite este fato importante, construtivo do perfil conflituoso de constante automutila\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica por parte de Seymor. Dentro do sonho perfeito, o que foi que deu errado? \u00c9 o que a Am\u00e9rica passou a se perguntar nos anos 1960. O beijo, cercado de sua insignific\u00e2ncia, entra na balan\u00e7a moral da culpa.<\/p>\n<p>As mesmas quest\u00f5es valem para a senhora Dawn Levov, que da pobreza ascendeu \u00e0 riqueza, n\u00e3o por m\u00e9ritos pr\u00f3prios, mas por fatores superficiais que comp\u00f5em o velho sonho americano: a beleza (anglo-sax\u00f4nica e irlandesa), elemento essencial para enfatizar o ideal de fam\u00edlia perfeita. Era o que precisava o bem sucedido Seymor. Arrematar tamb\u00e9m o belo, colocando-o na vitrine familiar, para ser admirado. Dawn, a miss Nova Jersey, sem estrutura para suportar os contratempos, \u00e9 obrigada a se internar em um sanat\u00f3rio, quando se depara com a triste percep\u00e7\u00e3o de que a princesa enlouqueceu.<\/p>\n<p>Em suma. N\u00e3o \u00e9 nenhum dem\u00e9rito para o filme a afirma\u00e7\u00e3o de que ele n\u00e3o alcan\u00e7ou o livro. Primeiro, porque isto raramente acontece com transposi\u00e7\u00f5es de obras liter\u00e1rias para as telas. Segundo, no caso espec\u00edfico da obra de Philip Roth, ele n\u00e3o estava apenas interessado em narrar uma \u201chist\u00f3ria fict\u00edcia\u201d, sen\u00e3o preocupado em elev\u00e1-la a um patamar de discuss\u00f5es bem mais amplas, hist\u00f3ricas, que v\u00e3o permear e fundamentar a narrativa liter\u00e1ria. Talvez fosse necess\u00e1rio aumentar a dura\u00e7\u00e3o do filme para que o diretor tivesse mais espa\u00e7o para aprofundar as discuss\u00f5es que a obra suscita. Em se tratando de cinema, seria talvez um risco. Ent\u00e3o, melhor fazer o que o filme fez. Ater-se basicamente ao n\u00facleo narrativo, a partir do qual e de acordo com as necessidades, ir pincelando na tela as cores hist\u00f3ricas. Um dos recursos utilizados pelo diretor s\u00e3o as inser\u00e7\u00f5es de imagens da \u00e9poca, de conhecimento p\u00fablico, dando um ar documental ao filme, aproximando-o, mesmo que timidamente, da narrativa liter\u00e1ria de Philip Roth. O filme \u00e9 uma homenagem a esta imensa obra, e um presente para o espectador que queira se introduzir numa realidade urgente que vai al\u00e9m dos comp\u00eandios hist\u00f3ricos dos Estados Unidos. O filme, de bra\u00e7os dados com o romance, vai ao encontro daquilo que faz parte propriamente da hist\u00f3ria universal. A vida feita de muitas ilus\u00f5es e de terr\u00edveis desilus\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O filme PASTORAL AMERICANA (126\u2019), EUA (2016), saiu de uma obra liter\u00e1ria exuberante, de mesmo t\u00edtulo, escrita pelo consagrado autor estadunidense Philip Roth, e publicada em 1997. No ano seguinte, ele levaria o pr\u00eamio Pulitzer por este romance. 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