{"id":558,"date":"2020-10-23T12:00:46","date_gmt":"2020-10-23T15:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=558"},"modified":"2021-01-03T18:19:25","modified_gmt":"2021-01-03T21:19:25","slug":"sociedade-dos-poetas-mortos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/sociedade-dos-poetas-mortos\/","title":{"rendered":"Sociedade Dos Poetas Mortos"},"content":{"rendered":"<p>SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS (140\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Peter Weiss, EUA (1989), \u00e9 um daqueles filmes que nos faz acreditar que a vida vale a pena, e muito, ser vivida. E esta cren\u00e7a se deve, primeiro, ao pr\u00f3prio filme, que esbanja qualidades e otimismo. Roteiro excelente, preciso nos di\u00e1logos, consistente na estrutura, por isso \u00e9 t\u00e3o premiado. E para coroar, a atua\u00e7\u00e3o memor\u00e1vel de Robin Williams no papel do professor John Keating. A trilha sonora \u00e9 pontual, criativa, onde coube, inclusive, numa perfeita sintonia com a cena, a <em>Nona Sinfonia<\/em> de Beethoven. O ritmo e a fotografia, auxiliados pela trilha sonora, criam atmosferas que v\u00e3o do encanto ao desencanto, da euforia \u00e0 tens\u00e3o, numa voltagem calibrada por m\u00e3os que sabem como encaminhar uma narrativa para o seu desfecho. Por fim, a poesia \u2014 o ponto alto \u2014, que exala de todos os pixels! E a segunda raz\u00e3o que leva o filme a nos fazer acreditar na vida \u00e9 o seu final. Exatamente a \u00faltima cena. H\u00e1 filmes em que o desfecho \u00e9 a s\u00edntese perfeita daquilo que se disse, em entrelinhas, durante duas ou mais horas de proje\u00e7\u00e3o. Citar\u00edamos muitos deles, mas ficaremos apenas com <a href=\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/o-segredo-de-brokeback-mountain\/\"><em>O Segredo de Brokeback Mountain<\/em><\/a>. O final de <em>Brokeback<\/em> \u00e9 de uma gan\u00e2ncia existencial sem precedente. Um soco na alma! Na linhagem de <em>Sociedade dos Poetas Mortos<\/em>. Ao baixar as cortinas, o filme de Peter Weiss consegue nos dizer uma coisa. Se aceitarmos a vida como ela nos foi dada, sem questionar, sem ousar, sem encontrar a nossa pr\u00f3pria voz, de nada valer\u00e1 t\u00ea-la vivido. <em>Sociedade dos Poetas Mortos<\/em> \u00e9 daqueles filmes para se guardar l\u00e1 no cantinho da mem\u00f3ria, intacto.<\/p>\n<p>Por estar ambientado em um col\u00e9gio de meninos, <em>Sociedade dos Poetas Mortos<\/em> pode nos dar a impress\u00e3o de ser mais um daqueles filmes colegiais, com dramas existenciais de adolescentes assustados com a aproxima\u00e7\u00e3o da vida adulta. Negativo. O filme vai muito al\u00e9m das quatro paredes da escola. Ao mostrar jovens em busca de novas sensa\u00e7\u00f5es e sentidos, ansiosos por conquistar a primeira garota, o primeiro sexo, a primeira universidade, ao mostrar a ang\u00fastia de cada um deles em atender \u00e0s expectativas dos pais, o filme nos remete \u00e0quilo que temos de mais essencial, que \u00e9, n\u00e3o a possibilidade, mas o direito de exercermos nossa liberdade. Mas os pais, s\u00edmbolo maior da tradi\u00e7\u00e3o t\u00e3o defendida pelo col\u00e9gio Welton, n\u00e3o querem abrir m\u00e3o do direito de serem eles a ditar o futuro de seus filhos. Aqui, neste ponto, fabula-se o conflito entre sujeito e coletividade. Entre ousadia e ren\u00fancia. Entre embate e submiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Portanto, quando colocamos em discuss\u00e3o a secular Academia Welton, uma fict\u00edcia escola norte-americana, com sua r\u00edgida tradi\u00e7\u00e3o, e os pais dos alunos como representantes divinos da ordem e dos bons costumes, estamos tirando o filme de dentro do col\u00e9gio e elevando-o para outra dimens\u00e3o, l\u00e1 onde a vida \u00e9 o \u00fanico bem que possu\u00edmos. \u00c9 isto que o filme, atrav\u00e9s do professor de literatura po\u00e9tica, o libert\u00e1rio John Keating, insiste o tempo todo em nos dizer. Keating, representado pelo saboroso Robin Williams, \u00e9 daqueles que chutam a bunda da tradi\u00e7\u00e3o. Por convic\u00e7\u00e3o. Por acreditar na vida n\u00e3o como passagem, mas como oportunidade \u00fanica e intransfer\u00edvel. A vida, porque finita, tem sua urg\u00eancia! Aqui se vive, aqui se morre! John Keating se apresenta a n\u00f3s como a cereja do delicioso bolo da vida. Mas a\u00ed vem a tradi\u00e7\u00e3o. Espreme a cereja e joga o bolo na lata de lixo.<\/p>\n<p>O professor de literatura, especializado em poesia, ex-aluno ele pr\u00f3prio do tradicional\u00edssimo col\u00e9gio, a Academia Welton, John Keating \u00e9 convidado para retornar \u00e0 institui\u00e7\u00e3o, agora para fazer parte do corpo docente. Keating se mostra, desde a primeira aula, ser um professor nada convencional. Esta atitude irreverente diante dos m\u00e9todos de ensino tradicionais vai provocar uma guinada na rotina do col\u00e9gio, favorecendo em muito a evolu\u00e7\u00e3o do roteiro e, por tabela, do filme. Ao girar em torno de Keating e de suas ideias, o filme se encaminha de forma inevit\u00e1vel, e honesta, para o confronto final, entre se submeter ou transgredir.<\/p>\n<p>J\u00e1 na primeira aula, Keating vai direto ao ponto, mostrando-nos qual ser\u00e1 a base filos\u00f3fica do filme. Ele traz o conceito latino de <em>carpe diem<\/em>. E o faz de uma forma inusitada. Coloca os alunos diante das fotografias de antigas turmas do col\u00e9gio \u2014 evidente, todos mortos \u2014, pede que os observem com aten\u00e7\u00e3o, at\u00e9 perceberem que s\u00e3o todos iguais a eles, mesmo que cem anos os separem. Nada mudou, e a morte ronda a todos. E Keating diz. Se voc\u00eas, como estes a\u00ed, v\u00e3o se transformar em fertilizante, ent\u00e3o qual \u00e9 o problema para viver a vida? A finitude \u00e9 o salvo-conduto para exercermos o direito de lutar pelo que somos e queremos. Aproveitem o dia! Deem um sentido pessoal \u00e0 vida!<\/p>\n<p>Vale mencionar um detalhe interessante nesta cruzada de Keating de querer libertar seus alunos do convencional. Podem me chamar de professor Keating, diz ele. Mas, se quiserem ousar, chamem-me de \u201cOh, Capit\u00e3o! Meu capit\u00e3o!\u201d. Tirado de um dos famosos poemas de Walt Whitman, com esta quebra de protocolo, Keating abre uma pequena porta para o livre pensamento.<\/p>\n<p>E os resultados vieram. Foi a partir da poesia \u2014 portanto, da arte \u2014 que Keating levou seus alunos a aprenderem a tomar uma postura cr\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade na qual est\u00e3o inseridos, em que o sujeito passa a ter uma import\u00e2ncia prevalente sobre o coletivo, sem, \u00f3bvio, precisar destruir este. Assim, os jovens v\u00e3o descobrindo suas pr\u00f3prias individualidades, seu pr\u00f3prio sentir, o que d\u00e1 o charme existencial ao filme. E abre caminho para a eclos\u00e3o da trag\u00e9dia. Infelizmente, o peso da tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 esmagador. O equil\u00edbrio tem que ser restabelecido. A morte pode, sim, ser um ato de insubmiss\u00e3o, desde que olhada pelo seu lado justo, e esta \u00e9 a dor do filme. Deslocam o polo de responsabilidades, evidente, na busca do bode expiat\u00f3rio, leia-se, aquele que vem perturbar, que vem abrir caminhos nunca antes explorados. E este \u00e9 o ponto de fecho do filme. Que \u00e9 quando vai desembocar na \u00faltima cena, instante em que se pretende resgatar a justi\u00e7a, mesmo que seja por um instante, feito uma d\u00e9bil luz acesa como sinal de que a vida continua a valer a pena ser vivida. E, ao resgatar, na cena final, as ideias de John Keating, o filme d\u00e1 um passo adiante. Oferece-nos a certeza de que n\u00e3o podemos ficar parados no tempo. O <em>carpe diem<\/em> tem que continuar. Pois \u00e9 ele que vai dar sentido ao nosso viver.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS (140\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Peter Weiss, EUA (1989), \u00e9 um daqueles filmes que nos faz acreditar que a vida vale a pena, e muito, ser vivida. E esta cren\u00e7a se deve, primeiro, ao pr\u00f3prio filme, que esbanja qualidades e otimismo. Roteiro excelente, preciso nos di\u00e1logos, consistente na estrutura, por isso \u00e9 t\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":559,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[40,456,9,24,408,453,706,455,454],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Sociedade Dos Poetas Mortos - Roberto Gerin<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Sociedade Dos Poetas Mortos - Roberto Gerin\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS (140\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Peter Weiss, EUA (1989), \u00e9 um daqueles filmes que nos faz acreditar que a vida vale a pena, e muito, ser vivida. E esta cren\u00e7a se deve, primeiro, ao pr\u00f3prio filme, que esbanja qualidades e otimismo. Roteiro excelente, preciso nos di\u00e1logos, consistente na estrutura, por isso \u00e9 t\u00e3o [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Roberto Gerin\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-10-23T15:00:46+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2021-01-03T21:19:25+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Sociedade-dos-Poetas-Mortos.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1132\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"480\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Roberto Gerin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Roberto Gerin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#website\",\"url\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/\",\"name\":\"Roberto Gerin\",\"description\":\"Escritor\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/\",\"url\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/\",\"name\":\"Sociedade Dos Poetas Mortos - Roberto Gerin\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#website\"},\"datePublished\":\"2020-10-23T15:00:46+00:00\",\"dateModified\":\"2021-01-03T21:19:25+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/558a58acda616ae73e91317728ce4128\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Sociedade Dos Poetas Mortos\"}]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/558a58acda616ae73e91317728ce4128\",\"name\":\"Roberto Gerin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fae2b90c32843d350dd44be14f408b65?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fae2b90c32843d350dd44be14f408b65?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Roberto Gerin\"},\"description\":\"Roberto Gerin \u00e9 um escritor brasileiro que atua em diversos g\u00eaneros de escrita, sendo eles o romance, a dramaturgia, o conto e resenhas sobre teatro e cinema.\",\"url\":\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/author\/roberto\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Sociedade Dos Poetas Mortos - Roberto Gerin","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Sociedade Dos Poetas Mortos - Roberto Gerin","og_description":"SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS (140\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Peter Weiss, EUA (1989), \u00e9 um daqueles filmes que nos faz acreditar que a vida vale a pena, e muito, ser vivida. E esta cren\u00e7a se deve, primeiro, ao pr\u00f3prio filme, que esbanja qualidades e otimismo. Roteiro excelente, preciso nos di\u00e1logos, consistente na estrutura, por isso \u00e9 t\u00e3o [&hellip;]","og_url":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/","og_site_name":"Roberto Gerin","article_published_time":"2020-10-23T15:00:46+00:00","article_modified_time":"2021-01-03T21:19:25+00:00","og_image":[{"width":1132,"height":480,"url":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Sociedade-dos-Poetas-Mortos.png","type":"image\/png"}],"author":"Roberto Gerin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Roberto Gerin","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#website","url":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/","name":"Roberto Gerin","description":"Escritor","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/","url":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/","name":"Sociedade Dos Poetas Mortos - Roberto Gerin","isPartOf":{"@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#website"},"datePublished":"2020-10-23T15:00:46+00:00","dateModified":"2021-01-03T21:19:25+00:00","author":{"@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/558a58acda616ae73e91317728ce4128"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/amp\/sociedade-dos-poetas-mortos\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Sociedade Dos Poetas Mortos"}]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/558a58acda616ae73e91317728ce4128","name":"Roberto Gerin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fae2b90c32843d350dd44be14f408b65?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fae2b90c32843d350dd44be14f408b65?s=96&d=mm&r=g","caption":"Roberto Gerin"},"description":"Roberto Gerin \u00e9 um escritor brasileiro que atua em diversos g\u00eaneros de escrita, sendo eles o romance, a dramaturgia, o conto e resenhas sobre teatro e cinema.","url":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/author\/roberto\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/558"}],"collection":[{"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=558"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/558\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1517,"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/558\/revisions\/1517"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/559"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=558"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=558"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=558"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}