{"id":569,"date":"2020-10-23T11:30:15","date_gmt":"2020-10-23T14:30:15","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=569"},"modified":"2020-12-27T13:23:36","modified_gmt":"2020-12-27T16:23:36","slug":"era-uma-vez-em-hollywood","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/era-uma-vez-em-hollywood\/","title":{"rendered":"Era Uma Vez Em Hollywood"},"content":{"rendered":"<p>ERA UMA VEZ\u2026 EM HOLLYWOOD (162\u2019), EUA (2019), \u00e9 mais um filme de Quentin Tarantino, e como n\u00e3o podia ser diferente, tamb\u00e9m desta vez ansiosamente esperado por todos os que s\u00e3o f\u00e3s, ou nem tanto, do diretor. A verdade \u00e9 que se criou uma grife. A grife Tarantino. Quem j\u00e1 foi assistir a\u00a0<em>Era uma vez\u2026 em Hollywood<\/em>\u00a0poder\u00e1 radiografar suas pr\u00f3prias impress\u00f5es num espa\u00e7o de gosto que se quer amplo, onde at\u00e9 os menos entusiasmados est\u00e3o convidados a comungar da ideia de que a arte se confunde com o artista. \u00c9 a loucura da m\u00eddia, que incensa. \u00c9 a loucura da estrat\u00e9gia comercial, que quer vender. Nisto n\u00e3o h\u00e1 nada de errado. Afinal, o artista, famoso, serve \u00e0 sua arte. E para que o jogo continue, acionado pela publicidade, j\u00e1 se anunciou que a grife Tarantino fechar\u00e1 suas portas ap\u00f3s o d\u00e9cimo filme.\u00a0<em>Era uma vez\u2026 em Hollywood<\/em>\u00a0\u00e9 o nono. S\u00f3 resta um!<\/p>\n<p>Enquanto a aposentadoria n\u00e3o chega (se chegar!), Tarantino, que n\u00e3o \u00e9 nada bobo, aproveitou bem a oportunidade, em\u00a0<em>Era uma vez\u2026 em Hollywood<\/em>, para ser mais Tarantino do que nunca. Talvez nem tanto pelo que ele tem de mais Tarantino, que s\u00e3o os di\u00e1logos superficial e verborragicamente profundos, e o sangue em abund\u00e2ncia. Estas duas caracter\u00edsticas da marca Tarantino, desta vez, v\u00eam em doses menores. Para decep\u00e7\u00e3o de muitos f\u00e3s. \u00c9 que Tarantino tem um prop\u00f3sito muito claro. Elevar ao m\u00e1ximo aquilo que ele j\u00e1 fez em alguns dos seus filmes anteriores. Dar-nos, pois, a absoluta certeza de que se pode redimir a realidade atrav\u00e9s do cinema. E este \u00e9 o ponto forte do filme. Ele pega um fato hist\u00f3rico conhecido e altera o eixo do seu destino. Ali\u00e1s, ele n\u00e3o esconde o seu maior objetivo. Redimir o pr\u00f3prio cinema! E o faz atrav\u00e9s da hist\u00f3ria de Sharon Tate, tragicamente assassinada quando despontava como uma das grandes atrizes de Hollywood. \u00c9 um Tarantino que pouco conhecemos. Sens\u00edvel. Nost\u00e1lgico. E triste. Basta pin\u00e7ar uma das belas cenas do filme, aquela em que ele coloca Sharon Tate dentro de um cinema, como uma mera espectadora, com os p\u00e9s sujos \u00e0 mostra, \u201cmeninamente\u201d enganchados sobre o espaldar da poltrona \u00e0 frente, divertindo-se em assistir ao pr\u00f3prio filme. Anonimamente. N\u00e3o h\u00e1 nada mais humano do que isto. Uma Sharon Tate desprovida de glamour e endeusamento. \u00c9 esta car\u00edcia despudorada e respeitosa a Sharon Tate e, por tabela, ao cinema, que faz de Tarantino um \u00edcone de si mesmo.<\/p>\n<p>Para conseguir seu objetivo, o de preservar a m\u00e1scara sagrada do cinema, resgatando seu lado l\u00fadico, e glamouroso, Tarantino precisou redesenhar a trag\u00e9dia ocorrida no cora\u00e7\u00e3o de Hollywood, em pleno 9 de agosto de 1969. Tarantino alinhava uma narrativa que \u00e9 propositadamente frouxa. \u00c0s vezes at\u00e9 perigosamente frouxa, colocando em risco a consist\u00eancia dram\u00e1tica do filme. Ele n\u00e3o est\u00e1 interessado em se ocupar de certas quest\u00f5es, como, por exemplo, o uso da viol\u00eancia como forma de consolidar o poder. Parece que a \u00fanica coisa que interessa a ele \u00e9 o final do filme. Tarantino anseia para que tudo passe r\u00e1pido e chegue ao desenlace. Ele fez o filme para isso! E, ao assistir ao filme, n\u00f3s acreditamos em Tarantino. Na sua inten\u00e7\u00e3o de nos fazer crer que algo diferente acontecer\u00e1.<\/p>\n<p>Rick Dalton (Leonardo Di Capprio) \u00e9 um ator angustiado com o decl\u00ednio de sua carreira, e est\u00e1 em busca de novas oportunidades de trabalho em Hollywood. Ele mant\u00e9m uma rela\u00e7\u00e3o de estreita amizade com seu dubl\u00ea de longa data, dos tempos em que faziam filmes de faroeste, e Rick precisava de algu\u00e9m que ca\u00edsse do cavalo no seu lugar, e esta alma boa \u00e9 Cliff Booth (Brad Pitt), t\u00e3o gaiato com a vida quanto leal a seu amigo Rick Dalton. \u00a0Apresentados os dilemas hollywoodianos do ator e seu dubl\u00ea, \u00e9 hora de juntar fic\u00e7\u00e3o e realidade. \u00c9 quando Rick Dalton fica sabendo que est\u00e1 morando ao lado de um dos mais famosos e badalados cineastas \u00e0 \u00e9poca, Roman Polanski (Rafal Zawierucha), casado justo com quem? Com Sharon Tate (Margot Hobbie). Pronto. O roteiro est\u00e1 encaixadinho. Agora \u00e9 s\u00f3 filmar!<\/p>\n<p>Este proposital encontro de vizinhos \u00e9 a oportunidade que Tarantino precisava para visitar, de forma reverencial, os \u00faltimos instantes de Sharon Tate. Sem uma narrativa forte, nem folhetinesca, nem sanguin\u00e1ria, o espectador embarca numa viagem pela hist\u00f3ria do cinema, sempre querendo saber como ele, Tarantino, lidar\u00e1 com o tr\u00e1gico fim de Sharon Tate. Inclusive, \u00e9 um risco que Tarantino corre ao colar o resultado final do filme a um fato hist\u00f3rico. O espectador que entra no cinema sem nunca ter ouvido falar do tr\u00e1gico assassinato de Sharon Tate, pode perder o significado \u00faltimo que se quer dar ao filme. Periga ouvir algu\u00e9m, saindo do cinema, dizer, \u201cn\u00e3o entendi bem a hist\u00f3ria\u2026\u201d. N\u00e3o. N\u00e3o se preocupem. Tarantino \u00e9 t\u00e3o amplo, t\u00e3o\u00a0<em>pop<\/em>, t\u00e3o cinema, que todo mundo, qualquer espectador, cabe nele!<\/p>\n<p>Mas, eis a surpresa! Valendo-se de recursos est\u00e9ticos de cenas de pastel\u00e3o e de desenho animado, onde tudo pode, Tarantino constr\u00f3i uma impressionante alegoria da morte, trazendo a reden\u00e7\u00e3o como forma de blindar o cinema das amea\u00e7as vindas de suas pr\u00f3prias entranhas. Afinal, querendo ou n\u00e3o, foi Hollywood, com suas promessas de sonhos e sucessos e gl\u00f3rias, quem engendrou a trag\u00e9dia. Charles Manson fora alijado do conv\u00edvio dos gloriosos. Restou-lhe, ent\u00e3o, destruir aquilo que foi o fruto delicioso de uma \u00e9poca de sonhos e de esperan\u00e7as, nascido das estruturas s\u00f3cio-culturais dos anos 1960, e traduzido num singelo gesto de dois dedos em riste, o \u201cpaz e amor\u201d.<\/p>\n<p>O que subjaz ao filme, nas suas entrelinhas, \u00e9 o humor. Ali\u00e1s, poderoso em\u00a0<em>Era uma vez\u2026 em Hollywood<\/em>. Tarantino se refugia nele para recontar o que, ele sabe, n\u00e3o pode ser narrado impunemente. Mas, veja. O filme n\u00e3o \u00e9 apenas uma viagem no tempo, embalsamada por risos e deleites. Ele \u00e9 o recorte de uma \u00e9poca que mudou sonhos e deu outros rumos na forma de vermos e aceitarmos a realidade. Se Tarantino alterou o recorte hist\u00f3rico, na sua ess\u00eancia, \u00e9 porque talvez ele queira nos dizer que h\u00e1 possibilidades de se evitar o pior. Deste ponto de vista, podemos dizer que o filme \u00e9 um lamento sobre nossa incapacidade de engendrarmos o nosso destino. Se n\u00e3o conseguimos criar nosso pr\u00f3prio destino, s\u00f3 nos resta, ent\u00e3o, nos vingarmos dele. Usando, l\u00f3gico, o cinema para isso!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ERA UMA VEZ\u2026 EM HOLLYWOOD (162\u2019), EUA (2019), \u00e9 mais um filme de Quentin Tarantino, e como n\u00e3o podia ser diferente, tamb\u00e9m desta vez ansiosamente esperado por todos os que s\u00e3o f\u00e3s, ou nem tanto, do diretor. A verdade \u00e9 que se criou uma grife. 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