{"id":708,"date":"2020-10-23T09:00:51","date_gmt":"2020-10-23T12:00:51","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=708"},"modified":"2020-12-27T13:26:17","modified_gmt":"2020-12-27T16:26:17","slug":"caes-de-aluguel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/caes-de-aluguel\/","title":{"rendered":"C\u00e3es De Aluguel"},"content":{"rendered":"<p>C\u00c3ES DE ALUGUEL (99\u2019), com dire\u00e7\u00e3o de Quentin Tarantino, EUA (1992) \u00e9 o primeiro filme dele, Tarantino. Primeiro? Sim. Mas\u2026 Primeiro, e j\u00e1 t\u00e3o bom?! Pois \u00e9. O cara come\u00e7a l\u00e1 em cima, j\u00e1 nos oferecendo uma obra seminal, onde est\u00e3o pontuadas j\u00e1 algumas marcas tarantinianas que fariam a fama de Quentin. Talvez, desconhe\u00e7o, nenhum outro diretor tenha come\u00e7ado sua carreira cinematogr\u00e1fica com tanto \u00edmpeto. Que o catapultasse \u00e0 fama quase imediata, a despeito da fraca bilheteria. Nem mesmo um Ingmar Bergman alcan\u00e7ou esta proeza. Mas, o que \u00e9 que Bergman tem a ver com este sanguin\u00e1rio Tarantino? Nada. Exceto por duas raz\u00f5es. Os dois s\u00e3o brilhantes no que fazem. E, acima de tudo, apesar de os dois trilharem caminhos est\u00e9ticos totalmente opostos, eles se encontram por uma qualidade que lhes \u00e9 peculiar e quase imbat\u00edvel. A genial capacidade de esgrimirem di\u00e1logos. Habilidade comum, com fins diferentes. Tarantino se vale dos di\u00e1logos cambaleantes e recheados da ideologia pop para preparar a viol\u00eancia brutal. Bergman, do contr\u00e1rio, usa di\u00e1logos sutis e pungentes para preparar a dor incontida. Fora, pois, as prefer\u00eancias, n\u00e3o podemos negar que em ambos a palavra e a imagem andam de m\u00e3os dadas, numa generosa oferta \u00e0 grandeza da s\u00e9tima arte.<\/p>\n<p>A estrutura narrativa de C\u00e3es de Aluguel \u00e9 simples, e nada original. Um velho g\u00e2ngster contrata seis bandidos para executarem um grande roubo de diamantes numa joalheria. E j\u00e1 est\u00e1 determinado. A opera\u00e7\u00e3o dar\u00e1 errado, com mortes de bandidos, policiais e civis. Alguns dos assaltantes sobreviventes retornam \u00e0 base, um velho dep\u00f3sito abandonado, onde, de forma linear, a narrativa se desenvolver\u00e1. Linear, porque tem, na sequ\u00eancia, o come\u00e7o, o meio e o fim. Mas Tarantino utiliza-se dos flashbacks para desenhar o perfil psicol\u00f3gico e biogr\u00e1fico de cada personagem bandido, de forma a entendermos o porqu\u00ea do comportamento de cada um deles, naquele dep\u00f3sito, ap\u00f3s o fracasso. Tudo girar\u00e1 em torno de uma \u00fanica quest\u00e3o, que motiva a narrativa e d\u00e1 a ela perspectivas dram\u00e1ticas imprevistas. Imprevistas? \u2013 questionaria o espectador. Em se tratando de Tarantino, sabemos o que vai acontecer. Vai espirrar sangue pelas paredes! Sim, vai jorrar sangue pelo ch\u00e3o, mas n\u00e3o precisamos contar como. O que vale dizer, e n\u00e3o \u00e9 spoiler, \u00e9 que entre os seis bandidos h\u00e1 um alcaguete. Algu\u00e9m avisara a pol\u00edcia do assalto. E a eficiente pol\u00edcia americana chegar\u00e1 ao local bem na hora em que botam as m\u00e3os nos diamantes.<\/p>\n<p>Como dito acima, C\u00e3es de Aluguel \u00e9 o primeiro filme de Tarantino em que se denota a antecipa\u00e7\u00e3o estil\u00edstica de um dos grandes artistas do cinema moderno. Est\u00e1 ali a est\u00e9tica do sangue. E o sangue, neste filme, acaba se transformando numa personagem silenciosa, estampada nas camisas branco-avermelhadas dos bandidos.<\/p>\n<p>Outra caracter\u00edstica a se ressaltar \u00e9 a manipula\u00e7\u00e3o do cotidiano como forma de manifesta\u00e7\u00e3o natural da viol\u00eancia, como se, ao se discorrer de uma forma errante sobre uma m\u00fasica da Madonna, Like a Virgin, estar\u00edamos desprezando o impacto da viol\u00eancia na hist\u00f3ria da humanidade. A humanidade sempre foi violenta, e nossos arqu\u00e9tipos, com nossos pesadelos dos tempos das cavernas, denunciam o mundo violento em que nossos antepassados viveram. Sendo, ao longo dos mil\u00eanios, apenas domesticados por regras civilizat\u00f3rias. Mas a viol\u00eancia nunca saiu de n\u00f3s, \u00e9 o que os filmes de Tarantino nos avisam. Por isso que, ao assisti-los, eles n\u00e3o causam tanto prazer.<\/p>\n<p>Para encerrar, apenas mais uma das tantas caracter\u00edsticas desta est\u00e9tica de viol\u00eancia na cinematografia de Quentin Tarantino. O duelo. Todos conhecem esta pr\u00e1tica aristocr\u00e1tica da defesa da honra, que depois seria transportada para o velho oeste, onde fez hist\u00f3ria em cenas ic\u00f4nicas espalhadas pelo g\u00eanero faroeste, fazendo a del\u00edcia apote\u00f3tica de muitos bangue-bangues. Ficando com apenas um exemplo, a cena final de Era uma Vez no Oeste, em que finalmente Harm\u00f4nica (Charles Bronson) vai prestar contas com o seu passado ao duelar com Frank (Henry Fonda). S\u00f3 que Tarantino sofisticou esse duelo e deu a ele toques bem mais violentos. Agora n\u00e3o se trata de defender a honra. N\u00e3o se trata de combinar o local onde se dar\u00e1 o duelo. Com testemunhas previamente acordadas. N\u00e3o. O duelo em Tarantino \u00e9 espont\u00e2neo, movido pelo impulso da sobreviv\u00eancia, dentro de uma circunst\u00e2ncia dada, geradora da tens\u00e3o, portanto, deste impulso. E mais! Tarantino aboliu as dist\u00e2ncias. N\u00e3o h\u00e1 como errar. Em algumas cenas, a arma est\u00e1 j\u00e1 espetada na carne. S\u00f3 falta explodir. Enfim, na din\u00e2mica da disputa, para que algu\u00e9m viva, algu\u00e9m ter\u00e1 que morrer.<\/p>\n<p>Mas onde est\u00e1 a diferen\u00e7a com os antigos duelos? A quantidade de sangue? Sim. Por que agora os duelos s\u00e3o m\u00faltiplos! \u201cA\u201d aponta a arma para \u201cB\u201d, que est\u00e1 apontando para \u201cC\u201d, que aponta para \u201cD\u201d, cuja arma est\u00e1 apontada para a cabe\u00e7a de \u201cA\u201d. N\u00e3o \u00e9 o duelo final de C\u00e3es de Aluguel, aqui omitido, para n\u00e3o darmos spoiler. Enfim, n\u00e3o s\u00e3o mais duelos, portanto. Agora s\u00e3o duelos multiplicados em \u201ctrielos\u201d, \u201cquadrielos\u201d, ad infinitum! Caro espectador, quer coisa mais deliciosa do que esta\u2026?!<\/p>\n<p>J\u00e1 em C\u00e3es de Aluguel, Tarantino nos traz esta deliciosa orgia de horrores, que se perpetuar\u00e1 em outros de seus filmes, com a ressalva para o grande m\u00faltiplo banho de sangue a ocorrer no subterr\u00e2neo de uma taverna francesa, em <a href=\"https:\/\/escritorgerin.com.br\/bastardos-inglorios\/\"><em>Bastardos Ingl\u00f3rios<\/em><\/a>. Na verdade, Tarantino soube, como ningu\u00e9m, escolher os ingredientes narrativos certos para alcan\u00e7ar seus fins est\u00e9ticos. E ele sabia o que fazer j\u00e1 quando se propusera a rodar o seu primeiro filme. N\u00e3o \u00e0 toa, C\u00e3es de Aluguel \u00e9 o que \u00e9: um filme para ser assistido. E cultuado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>C\u00c3ES DE ALUGUEL (99\u2019), com dire\u00e7\u00e3o de Quentin Tarantino, EUA (1992) \u00e9 o primeiro filme dele, Tarantino. Primeiro? Sim. Mas\u2026 Primeiro, e j\u00e1 t\u00e3o bom?! Pois \u00e9. O cara come\u00e7a l\u00e1 em cima, j\u00e1 nos oferecendo uma obra seminal, onde est\u00e3o pontuadas j\u00e1 algumas marcas tarantinianas que fariam a fama de Quentin. 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