{"id":714,"date":"2020-10-23T08:00:04","date_gmt":"2020-10-23T11:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=714"},"modified":"2021-01-20T09:43:02","modified_gmt":"2021-01-20T12:43:02","slug":"bastardos-inglorios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/bastardos-inglorios\/","title":{"rendered":"Bastardos Ingl\u00f3rios"},"content":{"rendered":"<p>Talvez Quentin Tarantino possa nos responder. Quanto sangue \u00e9 preciso derramar para se fazer valer uma vingan\u00e7a? Lembremos que vingan\u00e7a s\u00f3 se faz com as pr\u00f3prias m\u00e3os. Ou por m\u00e3os alugadas, como queiram. Agora, se para reparar um malfeito for preciso recorrer \u00e0 justi\u00e7a, que \u00e9 o caminho civilizado, por se tratar de uma institui\u00e7\u00e3o imparcial, n\u00e3o se poder\u00e1 falar de vingan\u00e7a, pois caber\u00e1 ao Estado fazer justi\u00e7a por n\u00f3s. O que nos leva a concluir que, se quisermos nos vingar, na acep\u00e7\u00e3o tribal do termo, vamos ter que esquecer a justi\u00e7a e partir pra briga. No entanto, tal decis\u00e3o, na vida real, traz um risco enorme. Responder perante a Lei pelos nossos atos. Mas no cinema, n\u00e3o. Eis! L\u00e1, nas telas, \u00e9 permitido sujar as pr\u00f3prias m\u00e3os com sangue. Como nos ensina Tarantino. E \u00e9 o que faz Hollywood. Espertamente. Ou melhor. Comercialmente.<\/p>\n<p>No entanto, se pensarmos que Hollywood est\u00e1 inserida na cultura americana, porque, afinal, Hollywood existe l\u00e1, nos Estados Unidos, vamos talvez n\u00e3o entender uma contradi\u00e7\u00e3o. Uma sociedade que se construiu sob a \u00e9gide de uma Constitui\u00e7\u00e3o forjada nos direitos humanos, Constitui\u00e7\u00e3o s\u00e9ria, bafejada pelos fortes ventos humanistas que vinham, \u00e0 \u00e9poca, da Europa, enfim, se \u00e9 uma terra civilizada, por que a cinematografia \u00e9 constru\u00edda de um modo em que o protagonista, v\u00edtima de injusti\u00e7a, prefere resolver a pendenga pelas pr\u00f3prias m\u00e3os, no olho por olho, no dente por dente? Perceba. Sempre vai existir o xerife, o cara que prende e que enforca. Em qualquer cidadezinha americana. Mas a vingan\u00e7a, esta magia alucinat\u00f3ria e cat\u00e1rtica, \u00e9 feita na base do\u00a0<em>bang<\/em>!\u00a0<em>bang<\/em>! Dane-se a Lei! Sabe por que dane-se a Lei? Porque a vingan\u00e7a vende. A vingan\u00e7a rende \u00f3timos roteiros. A vingan\u00e7a nos deixa possu\u00eddos, porque, l\u00e1 no fundinho da nossa alma obscura, sempre desejamos fazer justi\u00e7a com nossas pr\u00f3prias m\u00e3os. Chutar, xingar, caluniar, cuspir, sequestrar\u2026 Matar, talvez. Sim. Por isso \u00e9 t\u00e3o bom ver nossos her\u00f3is fazendo isto por n\u00f3s nas telas dos cinemas! D\u00e1-nos um prazer. Est\u00e9tico?<\/p>\n<p>Quentin Tarantino usa esta f\u00f3rmula com maestria, a de explorar a insond\u00e1vel necessidade humana de revidar o mal. Muita palavra, muito sangue, eis sua est\u00e9tica. Kill Bill talvez seja a b\u00edblia da vingan\u00e7a. Mas ele leva essa f\u00f3rmula, em maior ou menor grau, tamb\u00e9m para seus outros filmes. E o impactante BASTARDOS INGL\u00d3RIOS (153\u2019), dire\u00e7\u00e3o dele, Quentin Tarantino, EUA\/Alemanha (2009), n\u00e3o \u00e9 diferente. A diferen\u00e7a \u00e9 que a vingan\u00e7a aqui \u00e9 imponder\u00e1vel. Envolve a humanidade e seu destino. \u00a0Mas, no fundo, a regra \u00e9 a mesma. O sangue vai jorrar.<\/p>\n<p>Shosanna Dreyfus, ap\u00f3s ver sua fam\u00edlia judia ser fuzilada pela SS, pol\u00edcia (paramilitar) do Estado nazista, no por\u00e3o de uma casa de campo francesa, onde outra fam\u00edlia, francesa, n\u00e3o judia, os escondia, acaba fugindo \u00e0 trag\u00e9dia, sendo a \u00fanica sobrevivente. Some no mundo. Vai para Paris, onde, n\u00e3o se sabe como, torna-se propriet\u00e1ria de um cinema. A Segunda Guerra Mundial vai chegando a seu fim, e ela continua tocando seu neg\u00f3cio, de onde tira o sustento, dela e de seu amado, um negro. At\u00e9 que\u2026 Apresenta-se-lhe a oportunidade da vingan\u00e7a. Est\u00e1 armada a situa\u00e7\u00e3o para o desfecho do filme.<\/p>\n<p>Mas antes do desfecho, outro veio narrativo se desenvolve. Em paralelo \u00e0 trajet\u00f3ria de Soshanna.\u00a0 Hist\u00f3rias paralelas, posto que uma n\u00e3o se conecta a outra. Um grupo de soldados judeu-americanos, desatinados, querem vingar a viol\u00eancia nazista contra os seus pares, tamb\u00e9m judeus. Desembarcam na Fran\u00e7a e tocam o horror nas hostes nazistas. Divertem-se escalpelando soldados alem\u00e3es. \u00c9 um ritual. Absurdo, difuso. Personificado pela figura grotesca e verbalmente histri\u00f4nica de Aldo Raine (Brad Pitt), o chef\u00e3o implac\u00e1vel do pelot\u00e3o dos bastardos.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 mais personagens. Talvez as mais interessantes e bem constru\u00eddas, duas, que d\u00e3o caldo ao roteiro fumegante de\u00a0<em>Bastardos Ingl\u00f3rios<\/em>. S\u00e3o, primeiramente, o coronel da SS, Hans Landa, personificado pelo incompar\u00e1vel Christoph Waltz. Ele personifica a maldade a ser vingada. Sua b\u00edblia \u00e9 o cinismo. Seu lema \u00e9 a compet\u00eancia. E compet\u00eancia, evidente, significa encher os campos de concentra\u00e7\u00e3o de judeus.<\/p>\n<p>A outra figura, talvez a mais ic\u00f4nica, onde Quentin Tarantino despeja o lado obscuro e doentio do ser humano inserido naquela barb\u00e1rie, \u00e9 o soldado raso Fredrick Zoller (Daniel Br\u00fchl). Catapultado a her\u00f3i de guerra, cujos feitos nos campos de batalha, onde matou, matou e matou, em tr\u00eas memor\u00e1veis dias, quase 300 soldados aliados, pois este feito her\u00f3ico \u00e9 transformado em filme, e ele, o soldado Zoller representa ele mesmo nas telas, o protagonista do filme dentro do filme, o her\u00f3i. Opa! Falamos em filme? Eis a conex\u00e3o com o cinema de Shosanna, agora chamada Emmanuelle Mimieux, no corpo e na voz da magistral M\u00e9lanie Laurent. \u00c9 no cinema de\u00a0<em>mademoiselle<\/em>\u00a0Mimieux que se dar\u00e1 a premi\u00e8re do filme. O lan\u00e7amento. E com a presen\u00e7a de quem? Tarantino coloca o Hitler no cinema de Shosanna! \u00c9 muita safadeza (no bom sentido) criativa.<\/p>\n<p>Mas complementando a proposta do par\u00e1grafo anterior, preste, caro espectador, aten\u00e7\u00e3o \u00e0 concep\u00e7\u00e3o da personagem Zoller, o tal soldado raso, o her\u00f3i. Ele simboliza o que h\u00e1 de pior num ser humano. A ideia de que com o poder nas m\u00e3os tudo se pode. Uma vez al\u00e7ado a her\u00f3i, vira mito, e o mito, sabendo da cegueira dos seus bajuladores, faz deles o que quer. Deles e dos demais. Por que, caro espectador, o mito\u00a0<em>c\u2019est moi<\/em>. Este \u00e9 Zoller, o que exige o amor de Shosanna e n\u00e3o aceita o n\u00e3o como resposta. E ao ouvir o n\u00e3o, faz-se a trag\u00e9dia. Esta \u00e9 a s\u00edntese de\u00a0<em>Bastardos Ingl\u00f3rios<\/em>.<\/p>\n<p>Antes de encerrar, vamos rapidamente levantar uma quest\u00e3o primordial na filmografia de Quentin Tarantino, e que, evidente, todos aqueles que apreciam sua obra est\u00e3o cansados de saber. Os di\u00e1logos. Serpenteantes, portanto, sempre trai\u00e7oeiros. Esta quest\u00e3o merece a an\u00e1lise de um especialista. Dissecar a fun\u00e7\u00e3o narrativa dos di\u00e1logos de Tarantino dentro de uma linguagem cuja principal mat\u00e9ria prima \u00e9 a imagem. Sugerimos, talvez, que se coloque frente a frente, de um lado, Tarantino, e do outro, Serguei Eisenstein. Palavra e imagem. Magistralmente, um e outro, usam uma e outra para o mesmo fim. Gerar, de forma absurda e insuport\u00e1vel, a tens\u00e3o narrativa. A primeira cena do filme\u00a0<em>Bastardos Ingl\u00f3rios<\/em>, quando Hans Landa discorre sobre a necessidade de matar os ratos, enquanto, sabemos, prepara o mortic\u00ednio sanguinolento dos judeus na casa dos LaPadite, temos uma amostra gr\u00e1tis, e m\u00e1gica, do que \u00e9 n\u00e3o aguentar mais esperar aquilo que sabemos que vai acontecer. Nas m\u00e3os de Tarantino, portanto, quanto maior o malfeito maior ter\u00e1 que ser o justiceiro. E maior, evidente, a quantidade de sangue a ser jorrado. A\u00ed o filme fica bom demais! Porque mais uma vez teremos a oportunidade de, secretamente, lavar nossa alma de nossos pesadelos. Por isso que vale mais a pena ir ao Cinema do que ir aos Tribunais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Talvez Quentin Tarantino possa nos responder. Quanto sangue \u00e9 preciso derramar para se fazer valer uma vingan\u00e7a? Lembremos que vingan\u00e7a s\u00f3 se faz com as pr\u00f3prias m\u00e3os. 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