{"id":848,"date":"2020-09-13T12:05:15","date_gmt":"2020-09-13T15:05:15","guid":{"rendered":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/?p=848"},"modified":"2021-03-08T13:34:20","modified_gmt":"2021-03-08T16:34:20","slug":"o-nome-da-rosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritorgerin.com.br\/antigo\/o-nome-da-rosa\/","title":{"rendered":"O Nome Da Rosa"},"content":{"rendered":"<p>Eis um filme que causou muito impacto l\u00e1 pelos meados da d\u00e9cada de 1980, capitaneado pelo megassucesso do livro hom\u00f4nimo, lan\u00e7ado na It\u00e1lia em 1980, de autoria do badalado mestre da semi\u00f3tica, o escritor e fil\u00f3sofo Umberto Eco. Estamos falando do fascinante O NOME DA ROSA (135\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Jean Jacques Annaud, EUA (1986). Um <em>thriller<\/em>? Sim. E o livro tamb\u00e9m, detetivesco. Mas vale lembrar. Em rela\u00e7\u00e3o ao livro, estamos diante de uma narrativa de suspense bastante refinada, n\u00e3o s\u00f3 do ponto de vista lingu\u00edstico, j\u00e1 que Umberto Eco derrama cita\u00e7\u00f5es at\u00e9 em latim ao longo de suas quinhentas e sessenta p\u00e1ginas, mas tamb\u00e9m na sua estrutura, amparada por uma criatividade liter\u00e1ria inquestion\u00e1vel. O roteiro do filme, no entanto, deixa para tr\u00e1s esta sofistica\u00e7\u00e3o e traz para a tela o que \u00e9 essencial para se criar os momentos de tens\u00e3o e, de quebra, prender a aten\u00e7\u00e3o do espectador. Com isso, privilegia os ingredientes investigativos para descobrir quem \u00e9 o assassino em s\u00e9rie de monges num mosteiro beneditino do s\u00e9culo XIV, ao norte da It\u00e1lia. O m\u00e9rito do filme foi preservar o que h\u00e1 de mais fundamental no livro. A intelig\u00eancia com que a trama de assassinatos \u00e9 conduzida. Quando ainda estamos querendo entender uma morte, j\u00e1 vem a pr\u00f3xima. E no dia seguinte, outra! F\u00f4lego de Agatha Christie.<\/p>\n<p>O monge franciscano William de Baskerville, (Sean Connery), acompanhado de seu disc\u00edpulo Adson de Melk (Christian Slater), chega, em 1327, ao mosteiro beneditino para participar de um conclave. H\u00e1 rumores de heresias ocorrendo dentro do mosteiro. E William chega justamente no momento em que se iniciam os assassinatos. Atrav\u00e9s da janela, observando o cemit\u00e9rio, ele percebe a terra fresca de uma recente sepultura. \u00c9 o alerta da primeira morte. E antes mesmo de desvendar o ocorrido, quando lhe s\u00e3o trazidas vers\u00f5es contradit\u00f3rias para explicar como o monge despencara do alto de uma torre, outro assassinato acontece. Est\u00e1 dada a partida para que o inquieto monge franciscano tome a dianteira nas investiga\u00e7\u00f5es, fazendo com que o filme entre em sua rota de colis\u00f5es.<\/p>\n<p>Eis a oportunidade para Umberto Eco, um apreciador das t\u00e9cnicas de Arthur Conan Doyle, impor-se como h\u00e1bil tecel\u00e3o de suspenses, nos moldes cl\u00e1ssicos estabelecidos pelos grandes mestres desse g\u00eanero liter\u00e1rio. S\u00f3 que Umberto Eco \u00e9 um escritor com uma musculatura liter\u00e1ria robusta, um intelectual preocupado com seu tempo e com a hist\u00f3ria que moldou a realidade dos dias de hoje. E o filme se mant\u00e9m fiel a essa proposta. Com seus cen\u00e1rios cuidadosamente desenhados, com sua atmosfera sufocante, com sua fotografia em cores expressivas, e com sua sensualidade escorrendo das paredes, <em>O Nome da Rosa<\/em> navega \u00e0 vontade por uma Idade M\u00e9dia em que os contornos socioecon\u00f4micos, at\u00e9 ent\u00e3o bem definidos dentro do sistema feudal, come\u00e7avam a se esgar\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o a uma estrutura econ\u00f4mica mercantilista, impulsionada pelas intensas produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e art\u00edsticas do que viria a ser conhecido como o Renascimento. O pr\u00f3prio fim tr\u00e1gico da biblioteca do mosteiro revela esta transi\u00e7\u00e3o. E neste sentido, a figura de William de Baskerville \u00e9 emblem\u00e1tica. Com seu racioc\u00ednio afiado, exaustivamente l\u00f3gico e bastante terreno, ele se contrap\u00f5e \u00e0 vis\u00e3o m\u00edstico-doutrin\u00e1ria da igreja. O divino, repressivamente misterioso, era habilmente usado para confinar os crentes em torno das igrejas e dos mosteiros. Com o passar dos s\u00e9culos, esta estrutura espiritual se esvair\u00e1 em outros modelos de controle, sempre apontando suas garras para o f\u00e9rtil terreno da ignor\u00e2ncia. Sim, h\u00e1 de se convir, a servil ignor\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 um atributo apenas da Idade M\u00e9dia.<\/p>\n<p>Talvez, para o espectador, basta a curiosidade de saber logo quem \u00e9 o assassino. Compreende-se, pois este \u00e9 o objetivo do filme. Mas \u00e9 claro que a proposta vai al\u00e9m do simples jogo manipulativo das t\u00e9cnicas do suspense. O espectador, se quiser, poder\u00e1 espiar com mais aten\u00e7\u00e3o a famosa biblioteca do mosteiro, onde est\u00e1 armazenado vasto conhecimento acumulado, pelo Ocidente, desde os tempos pr\u00e9-cultura hel\u00eanica. E poder\u00e1 perceber que o conhecimento \u00e9 fonte prim\u00e1ria de poder. E, em alguns casos, morada do dem\u00f4nio. N\u00e3o \u00e0 toa, parte dos livros que perpetuavam o conhecimento, dos quais a igreja era detentora feroz, estavam trancafiados a sete chaves naquela biblioteca. E ai de quem ousasse se apossar deles!<\/p>\n<p>Neste contexto, podemos concluir que a busca pelo poder \u00e9 uma heran\u00e7a maldita que se perpetua e se aperfei\u00e7oa civiliza\u00e7\u00e3o ap\u00f3s civiliza\u00e7\u00e3o. Tanto que o eixo do conhecimento, ao longo do tempo, se deslocou dos mosteiros encastelados para os secretos acervos tecnol\u00f3gicos das grandes empresas, com suas f\u00f3rmulas e suas promessas de lucros estonteantes. Quanto aos livros em si, quem agora cuida deles s\u00e3o as ideologias. O Estado vigia as bibliotecas, desconfia do que elas guardam e escondem. Ao disseminar o desprezo pelo conhecimento, os governos de ocasi\u00e3o mant\u00eam seus cidad\u00e3os longe das estantes abarrotadas de livros empoeirados. O conhecimento continuar\u00e1 sendo um privil\u00e9gio.<\/p>\n<p>Antes de finalizar, pretendemos ir um pouco mais adiante no que subjaz \u00e0 estrutura narrativa tecida, com extrema habilidade, por Umberto Eco. E come\u00e7amos com simples perguntas. O que fazem dezenas de homens confinados em um mosteiro, no alto de uma montanha, por anos e anos a fio? Al\u00e9m de reproduzirem o conhecimento em gravuras eruditas, salpicadas de monstros e dem\u00f4nios? Enquanto seres capazes de sentir e de se emocionar, estes homens s\u00e3o obrigados, no cotidiano, a lidar com suas libidos, puls\u00f5es inerentes \u00e0 natureza humana. Estas energias brotam espontaneamente e rasgam as entranhas se n\u00e3o forem canalizadas corretamente pela carne. Tornam-se, sem o perceber, escravos a\u00e7oitados pelo desejo. Este \u00e9 o dem\u00f4nio que habita o mosteiro. E n\u00e3o h\u00e1 como cont\u00ea-lo, eis o recado dado pela fria raz\u00e3o de Umberto Eco. A lux\u00faria ir\u00e1, sim, se arrastar pelas grossas paredes em busca da carne fraca, aquela carne que n\u00e3o consegue se fortalecer pelas preces e pelos flagelos, e que hora ou outra cair\u00e1 nos bra\u00e7os do sexo libertador. Este \u00e9 o efeito colateral do confinamento.<\/p>\n<p>Quanto ao dem\u00f4nio, este entrar\u00e1 inevitavelmente pela porta, na figura da campesina que vende seu sexo aos monges em troca de alimento. Ou no corpo de belos jovens monges que oferecem sexo em troca do conhecimento proibido, sem saber, eles, que o que se pro\u00edbe \u00e9 a luz do saber que ir\u00e1 lhes revelar que o dem\u00f4nio est\u00e1 em outros lugares. Neste imbr\u00f3glio, o sexo, que nasce das rela\u00e7\u00f5es entre pessoas, torna-se um brinde, aparentemente gratuito, e at\u00e9 ocasional, para manifesta\u00e7\u00f5es de poder, como se, na l\u00f3gica do pecado, o sexo apenas submetesse, nunca compartilhasse. Porque, se compartilhado, ele ter\u00e1 que sair \u00e0 luz do dia.<\/p>\n<p>\u00c9 em torno deste conceito que se desenvolve a narrativa: o homem n\u00e3o pode se libertar. A heresia n\u00e3o est\u00e1 no conhecimento, afinal, o conhecimento \u00e9 necess\u00e1rio para o desenvolvimento das civiliza\u00e7\u00f5es. A heresia est\u00e1 naquilo que, segundo os c\u00e2nones religiosos, representados pela Inquisi\u00e7\u00e3o, desperta em n\u00f3s a necessidade de expressarmos nossos mais profundos desejos. E esta heresia \u00e9 simbolizada no filme pelo livro <em>A Po\u00e9tica<\/em>, de Arist\u00f3teles, em sua segunda parte, onde o fil\u00f3sofo grego trata da com\u00e9dia, portanto, do riso como fonte de liberta\u00e7\u00e3o. Este \u00e9 o conhecimento que se tenta esconder a sete chaves. O riso (ou dar risadas) sempre foi condenado, ontem e hoje. Ele pode ser a porta do esc\u00e1rnio, mas tamb\u00e9m \u00e9 a passagem subterr\u00e2nea para os prazeres da vida, posto que o riso desperta o que h\u00e1 de mais sagrado em n\u00f3s, pois nos faz sentirmo-nos iluminados, justamente porque o riso \u00e9 o acesso mais genu\u00edno para despertar nossa consci\u00eancia.<\/p>\n<p>Em suma. <em>O Nome da Rosa<\/em> nos convida a vestir as lentes da Hist\u00f3ria para entendermos a realidade que nos oprime e nos confunde. E a Hist\u00f3ria ensina que o conhecimento, embora vilmente usado como fonte de poder, leva \u00e0 luz. \u00c9 por esta raz\u00e3o que ele n\u00e3o pode ser difundido. Tem que ficar enclausurado. E esta ter\u00e1 que ser sempre a nossa luta humana. Apoderarmo-nos das chaves que nos dar\u00e3o acesso ao conhecimento libertador.<\/p>\n<p>Quanto ao jovem disc\u00edpulo, Adson de Melk, ele foi o \u00fanico que se deitou com a campesina em troca de amor e de puro prazer. Visivelmente apaixonado, ele podia ter ficado com ela, ter deixado o mestre William de Baskerville seguir seu caminho, sozinho. Mas n\u00e3o. Por medo, ou por covardia, ou por simples escolha, renunciou \u00e0 carne, subjugando-a em nome de ideais pretensamente mais sublimes. Deixou para tr\u00e1s a campesina sem sequer saber o nome da rosa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eis um filme que causou muito impacto l\u00e1 pelos meados da d\u00e9cada de 1980, capitaneado pelo megassucesso do livro hom\u00f4nimo, lan\u00e7ado na It\u00e1lia em 1980, de autoria do badalado mestre da semi\u00f3tica, o escritor e fil\u00f3sofo Umberto Eco. Estamos falando do fascinante O NOME DA ROSA (135\u2019), dire\u00e7\u00e3o de Jean Jacques Annaud, EUA (1986). 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