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	<title>Arquivos clássico do cinema - Roberto Gerin</title>
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	<title>Arquivos clássico do cinema - Roberto Gerin</title>
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		<title>Butch Cassidy And The Sundance Kid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Gerin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 17:55:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A REALIDADE RETRATADA NUM BELO FILME A gente, nós, espectadores, assistimos a um filme porque achamos que vamos gostar dele. Às vezes, tudo bem, acaba sendo uma aposta errada. Agora, quando se assiste mais de uma vez ao mesmo filme, três, cinco vezes, então, definitivamente, é porque estabelecemos com ele uma relação que vai além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>A REALIDADE RETRATADA NUM BELO FILME</h1>
<p>A gente, nós, espectadores, assistimos a um filme porque achamos que vamos gostar dele. Às vezes, tudo bem, acaba sendo uma aposta errada. Agora, quando se assiste mais de uma vez ao mesmo filme, três, cinco vezes, então, definitivamente, é porque estabelecemos com ele uma relação que vai além do mero entretenimento. É como se o filme passasse a nos pertencer. Ele nos acompanha. Participa secretamente de momentos especiais de nossas vidas. Se olharmos para trás, vamos perceber que, intuitivamente, acabamos por construir a nossa lista de filmes preferidos. Nesta lista, só para elencar algumas sugestões, poderiam estar <em><a href="https://escritorgerin.com.br/uma-linda-mulher/">Uma Linda Mulher</a></em><em>, <a href="https://escritorgerin.com.br/forrest-gump/">Forrest Gump</a>, <a href="https://escritorgerin.com.br/a-novica-rebelde/">A Noviça Rebelde</a></em>, <em><a href="https://escritorgerin.com.br/ao-mestre-com-carinho/">Ao Mestre Com Carinho</a></em>, <a href="https://escritorgerin.com.br/my-fair-lady/"><em>My Fair Lady</em></a>, <em>Rei Leão</em>, <em>Cidadão Kane</em>, <em>E o Vento Levou</em>…, um <a href="https://www.assistoporquegosto.com.br/blog/index.php/ingmar-bergman/">Ingmar Bergman</a>, um Charles Chaplin, Pier Paolo Pasolini, Glauber Rocha, Buñuel, um Tarantino, enfim, uma lista para o gosto de cada cinéfilo. Sendo assim, cabe apresentar-lhes mais um candidato. O angustiante e charmoso BUTCH CASSIDY AND THE SUNDANCE KID (113’), direção de George Roy Hill, EUA (1969), para muitos, o melhor dos faroestes. Que não seja o melhor, mas, com certeza, bate lá, no topo da lista dos melhores filmes.</p>
<p>O filme narra a tumultuada história real de dois foras da lei que tocavam o horror no velho oeste americano no final do século XIX. A dupla, entre um assalto e outro, vivia a vida que pediam a Deus: esbanjavam o que roubavam. Ora, bandidos também são capitalistas. E esse bom viver é cirurgicamente retratado pela simpatia irreverente de Butch Cassidy, personagem que cai como uma luva de seda na memorável atuação de Paul Newman, e também retratado pela lealdade debochada de Sundance Kid, encarnado pelo não menos memorável Robert Redford. Dois amigos de bandidagem e de aventuras que, retratando a vida real, quer dizer, acontecida, faz com que Hollywood, mais uma vez, se aproveite do <em>“é baseado em fatos reais”</em> para transformar o cinema em pura diversão. Aliás, se apropriar do que a vida oferece de bom e de interessante é uma das coisas que Hollywood sabe fazer muito bem.</p>
<p><em>Butch Cassady and The Sundance Kid</em> nasceu dos sonhos e de pesquisas exaustivas, além do talento, lógico, de William Goldman, que viria a se firmar como um dos grandes roteiristas de Hollywood. Este filme é a prova cabal de que um bom roteiro é o começo para a construção de uma grande produção cinematográfica. De posse de farto material lendário, e partindo de uma composição inteligente, isto é, a exploração da amizade inseparável entre os dois famosos bandidos que, foragidos, viriam a morrer, juntos, em 1915, na Bolívia, Goldman foi atrás de quem comprasse a sua idéia. E compraram, de tão boa que era.</p>
<p>Ao projeto de Goldman juntaram-se dois monstros, Paul Newman e Robert Redford, e também a bela e memorável Katharine Ross, escoltados todos pela habilíssima direção de George Roy Hill, pela plasticidade fotográfica de Conrad L. Hall, e embalados pela pungente trilha sonora de Burt Bacharach. Deu no que deu. Mais um belíssimo filme para compor a nossa prateleira pessoal de filmes preferidos.</p>
<blockquote>
<h2>Adão e Eva deviam assistir a esta cena para aprenderem a comer maçã sem culpa.</h2>
</blockquote>
<p><em>Butch Cassady and The Sundance Kid</em> se constrói e se fortalece a partir de um jogo narrativo sedutor. A perseguição implacável, tensa e silenciosa a Butch e Sundance. É o pulo do gato do premiado roteiro. Centrar a tensão da narrativa não nos assaltos aos trens da Union Pacific, mas no limite da tolerância do Estado em permitir que a ousadia de Robert Leroy Park, nome real de Butch Cassady, e Harry Alonzo Longabaugh, nome real de Sundance Kid, causasse tanto estrago aos cofres das ferrovias. Estressados pela incansável e misteriosa perseguição, é o momento de decidirem fugir para a Bolívia.</p>
<p>Mas antes da fuga, vamos à cereja do bolo. <em>Raindrops Keep Fallin’ on my Head</em>, de Burt Bacharach, a trilha sonora que glamouriza a cena da bicicleta. Dentro de um contexto de faroeste, de lutas e coldres, honra e perseguições, o filme recebe pinceladas de sensibilidade e humor, e esta observação nos faz trazer para esta resenha a mais icônica das cenas do filme.</p>
<blockquote>
<h2>É nestes momentos que a vida foge ao óbvio e nos surpreende. Porque são momentos genuinamente reais. Ao alcance dos nossos sonhos.</h2>
</blockquote>
<p>Butch Cassidy (ou Paul Newman?) convida Etta Place (a Katharine Ross), namorada de Sundance Kid, recém-saída da cama, ainda vestindo camisola, para andar de bicicleta com ele numa manhã ensolarada, em meio a vacas e celeiros, ao som e ritmo de <em>Raindrops</em>, num romantismo que apenas se sugere, mas cuja sensualidade latente se transforma numa possibilidade. O que significa andar de bicicleta a dois, comendo maçã? Oferecida por ela? Adão e Eva deviam assistir a esta cena para aprenderem a comer maçã sem culpa.</p>
<p>Sem comparações, óbvio, mas como não lembrar da famosa cena de <em>A Doce Vida</em>, de Federico Fellini, em que Anita Ekbert e Marcello Mastroianni protagonizam uma inconfundível cena de amor nas águas da Fontana di Trevi! São cenas distintas, bem distintas, aliás, mas duas cenas que podem fazer qualquer um fantasiar uma vida cujo significado momentâneo nos escapa, mas que está lá, para nos encantar sempre. É nestes momentos que a vida foge ao óbvio e nos surpreende. Porque são momentos genuinamente reais. Ao alcance dos nossos sonhos.</p>
<p>Em suma. Como acontece com alguns memoráveis faroestes, gênero visto como aparentemente menor, lembrando um deles, o sensível <em>Os Brutos também Amam</em>, <em>Butch Cassady and The Sundance Kid</em> tornou-se um clássico porque nos oferece perspectivas humanas que vão além dos tiros e do trotar dos cavalos. Parece inverdade, mas passamos a ser simpatizantes de bandidos, sem perceber que o que nos atrai não são os crimes e sim suas atitudes espontâneas e corajosas perante a vida. É como se, ao serem bandidos, apenas saíssem para trabalhar. Quando retornam para casa, à noite, são seres normais, passíveis de serem amados e admirados. Este é o segredo dos grandes faroestes que nossos pais e avós tanto curtiram. E  agora pode ser a nossa vez.</p>
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<h3>Conheça <a href="https://escritorgerin.com.br/publicacoes/">O Voo da Pipa</a>, uma obra de Roberto Gerin.</h3>
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		<title>A General</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Gerin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 23:54:46 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>O AMOR AO LONGO DOS TRILHOS</h1>
<p>A GENERAL (89’), direção conjunta de Buster Keaton e Clyde Bruckman, EUA (1926), é um filme que pouco sucesso fez quando lançado nos Estados Unidos e mundo afora, mas que aos poucos foi conquistando com justiça seu espaço nas listas dos melhores filmes americanos de todos os tempos. A ponto de Orson Welles declarar, em 1971, ser <em>A General</em> “talvez o melhor filme que já foi feito”. Exagero ou não, fica-nos claro, ao assistirmos ao filme, estarmos diante de uma narrativa tão simples quanto pungente sobre um pedaço sombrio da história americana, a Guerra da Secessão, ocorrida entre 1861 e 1865. Buster Keaton trata com humor ora sutil ora convulsivo a relação do maquinista Johnnie com sua locomotiva General. E, de quebra, ironiza a necessidade de Johnnie de ter que provar para sua amada que, diante de um cenário de heróis a serviço de uma causa, ele também tem que vestir uma farda de soldado como prova de valentia. A forma singela com que o filme termina faz com que, sem nenhum sentimentalismo, nos lancemos naquele espaço em que acreditamos que lutar por algo pode sim ser uma fonte de felicidade. No caso de Johnnie e Annabelle, o amor pode se confundir com a história. Como, de fato, se confunde. Mas que, diante dos horrores e da destruição, o que sobrevive é apenas ele, o amor. Um primor de comédia! Que consegue ser sensível em meio à brutalidade dos canhões. Tudo graças a Buster Keaton, o Johnnie, com sua crença inabalável na capacidade do homem de superar a próxima dificuldade. Porque, com certeza, depois da próxima, virá a próxima… Afinal, a comédia não pode parar.</p>
<p>General é uma locomotiva que participou da Guerra Civil americana e teve seu momento de glória em 1862. Já no ano seguinte, suas peripécias foram registradas em livro por William Pittenger, história real que serviu de base para o roteiro do filme. Daí explicar a consistência e extrema funcionalidade da trama, exalando as tensões provocadas pela guerra e, dentro dela, pela luta solitária do maquinista Johnnie Gray para recuperar sua locomotiva roubada. Aliás, o filme pega velocidade a partir do momento em que o amor entre Johnnie e Annabelle se mistura à guerra. Ao saber que seu pai fora ferido no <em>front</em>, Annabelle embarca na General e vai à procura do pai. Logo adiante, a locomotiva é roubada, e a namorada, raptada. É a partir deste momento que o filme definitivamente alça seu vôo tensamente cômico.</p>
<p>A motivação dramática da narrativa é muito simples, e até óbvia. Mas forte o suficiente, naqueles tempos de heroísmos explícitos, para colocar nos trilhos, em avanço seguro e consistente, a trama do filme. Annabelle Lee (Marion Mack) passa a evitar o namorado Johnnie quando fica sabendo que ele não quis se alistar para defender os sulistas contra os avanços dos exércitos do norte. Passou a vê-lo como um covarde. E ela foi muito clara. Diz. <em>“Não falo com você enquanto você não estiver de uniforme”.</em> No entanto, envolvida na confusão da guerra, Annabelle desconhecia o que de fato havia acontecido. O Exército recusara o alistamento de Johnnie por entender que o maquinista seria mais útil para os sulistas pilotando sua locomotiva. Nós, espectadores, sabemos desde o início o que de fato ocorreu, a razão de Johnnie não ter se alistado. Mas os interessados, Johnnie e Annabelle, de nada sabem. E assim o quiproquó está armado. Ou melhor, é quando o roteirista entrega a condução da narrativa nas mãos do destino. Eis o sabor peculiar do filme.</p>
<p>O mal entendido vai sendo desfeito na medida em que o herói solitário, primeiro, salva Annabelle do rapto, e depois, juntos, recuperam a locomotiva. Mas não sem antes passarem por apuros e momentos de cômica tensão, onde cenas de pastelão escapolem de todos os lados da tela. E a narrativa chega a seus momentos mais angustiantes justo quando nos vemos torcendo pelo mocinho, fazendo com que suas trapalhadas – o personagem nos lembra uma mistura de Forrest Gump com Mister Bean – acabam quase que nos irritando, a ponto de querermos gritar: como é que pode ser tão trapalhão! Não podemos esquecer que estamos falando de Buster Keaton, à época, junto com Charles Chaplin, simbolizavam o auge da comédia dos filmes mudos. Mas diferente de Chaplin, Buster evitava o sentimentalismo e a exploração de trejeitos faciais. Seu rosto parece esculpido em cera. Mas, não é menos eloquente.</p>
<p>Enfim, o filme mostra, com certa clareza, o momento pelo qual estava passando o cinema americano, já atingindo sua maturidade artística, mas ainda limitado pela técnica. É perceptível a vontade que o espectador sente de ouvir as falas dos personagens. Elas parecem querer escapulir do silêncio da tela. De fato, sabemos que dali a algum tempo seria lançado o primeiro filme sonoro, <em>O Cantor de Jazz</em>, com retumbante sucesso. Pena. A General chegou um pouquinho adiantado. Tivesse o ansioso Johnnie acelerado um pouco menos sua famosa locomotiva, teria <em>A General</em> estreado no tempo exato para concorrer ao privilégio histórico de ter sido o primeiro filme sonoro. Não foi. E nem precisou ser. Ofuscada à época pelo burburinho do cinema sonoro, esta pequena obra prima do cinema acaba conquistando seu espaço definitivo na lista dos mais importantes filmes americanos. Bem à frente de <em>O Cantor de Jazz</em>. Podemos dizer que a empolgação de Orson Welles com o filme se justifica. E a silenciosa locomotiva, essa personagem de ferros e caldeiras, continuará nos trilhos por muito tempo, levando-nos a passear nossos olhos encantados pelas telas dos cinemas, das televisões, dos <em>smartphones</em>. À procura da General.</p>
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<h3>Conheça <a href="https://escritorgerin.com.br/publicacoes/">O Voo da Pipa</a>, uma obra de Roberto Gerin.</h3>
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