AS POSSIBILIDADES DOS SONHOS O filme SEM DESTINO (95’), direção de Dennis Hooper, Estados Unidos (1969), parece, à primeira vista, ter-se fixado lá atrás, em uma época que ele tão bem retrata, mas que já não mais existe. Esta pode ser a sua fragilidade. Ser um cinema datado. O filme de uma geração. Mas hoje, olhando à distância, com as…
QUANDO O PASSADO INSISTE EM NOS ATORMENTAR O filme A PAIXÃO DE ANA (101’), direção de Ingmar Bergman, Suécia (1969), nos coloca diante de um dos grandes dilemas humanos, qual seja, a necessidade (e a dificuldade) de expressarmos o que sentimos, de trocarmos experiências com outras pessoas e, acima de tudo, de nos sentirmos próximos e seguros na companhia de…
A REALIDADE RETRATADA NUM BELO FILME A gente, nós, espectadores, assistimos a um filme porque achamos que vamos gostar dele. Às vezes, tudo bem, acaba sendo uma aposta errada. Agora, quando se assiste mais de uma vez ao mesmo filme, três, cinco vezes, então, definitivamente, é porque estabelecemos com ele uma relação que vai além do mero entretenimento. É como…