COMO É BOM OUVIR UMA BOA HISTÓRIA! Há filmes que podemos eleger como nossos fiéis companheiros de cabeceira. Vão estar ali, à nossa disposição, para aqueles momentos em que estamos inquietos, nostálgicos ou chateados com alguma contrariedade. Ou apenas buscando uma diversão segura. Prazerosa. Hoje, com a tecnologia, temos esta facilidade de trazermos qualquer filme para dentro da nossa casa,…
NESTE FILME, SENTIR É O QUE IMPORTA O FILME DA MINHA VIDA (113’), direção de Selton Mello, Brasil (2017), é mais um filme de Selton Mello. Não há nada de errado nisso. É grife estética. Quando Selton Mello põe a mão na massa para gestar seu próximo filme, já antevemos o que virá. Só não sabemos como. E neste terceiro…
O AFETO COMO MÉTODO DE ENSINO AO MESTRE COM CARINHO (105’), roteiro e direção de James Clavell, Reino Unido (1967), é um filme tão bem-feito que nos dá a impressão de que ele já nasceu pronto. Ou foi realizado sem esforço. Lógico, sabemos que não é bem assim. Produzir filmes exige esforços artísticos e técnicos imensuráveis. Ademais, Ao Mestre com…
PRIMEIRO O AMOR, DEPOIS O CASAMENTO Há filmes que vão direto ao assunto. E esta atitude, lógico, não os faz filmes menores. Apenas têm o mérito de colocar o espectador rapidamente dentro da narrativa. Assim é o saboroso e ao mesmo tempo instigante filme ORGULHO E PRECONCEITO (127’), direção de Joe Wright, França/Reino Unido/EUA (2006), ambientado no século XVIII, precisamente…
O PORCO QUE HABITA O SONHO DE UMA MENINA OKJA (121’), direção do sul-coreano Bong Joon-ho, Coréia do Sul/EUA (2017), retrata a relação afetivo-tumultuada entre um porco e uma menina. Mais uma vez vemos o cinema explorar uma fórmula que sempre dá certo, a relação de um animal com um ser humano, terreno fértil para se falar de afeto, de…
O FILME QUE FAZ A VIDA SER BELA A VIDA É BELA (117’), direção de Roberto Benigni, Itália (1999), é um filme que parece surgir do nada, formatado, logo em seu início, por cenas alucinantes, em que a personagem principal, de pronto, nos mostra a que veio. Ela é apaixonante, otimista, moral e emocionalmente inquebrantável. De fato, à medida que…
AFINAL, QUEM FOI JACKIE? JACKIE (99’), direção de Pablo Larraín, EUA (2017), pode ser visto como uma exposição à dor do luto pela morte de um ente querido, no caso, o marido, John F. Kennedy, ou pode ser visto como uma manobra inteligente da viúva, Jacqueline Kennedy, para aproveitar a ocasião e forjar uma imagem pessoal fortemente colada a um…
LIBERDADE, UM CONCEITO BASTANTE PESSOAL CAPITÃO FANTÁSTICO (95’), direção de Matt Ross, EUA (2016), é uma alegoria à liberdade de escolher fazer o que se quer, ou apenas tão somente optar por um estilo de vida. Aliás, escolher é o começo e o fim de qualquer atitude humana. Desde que se esteja disposto a assumir as consequências. Se estiver, podemos…
JOGANDO COM A MORTE Seja qual for a área do conhecimento humano, e de sua atuação, incluindo-se aí as religiões e as artes, um tema nos aflige por toda vida: a morte. E às vezes nos confundimos em querer saber se exatamente o que nos aflige é o ato de morrer ou o que acontecerá depois da morte. E aí…
O AMOR AO LONGO DOS TRILHOS A GENERAL (89’), direção conjunta de Buster Keaton e Clyde Bruckman, EUA (1926), é um filme que pouco sucesso fez quando lançado nos Estados Unidos e mundo afora, mas que aos poucos foi conquistando com justiça seu espaço nas listas dos melhores filmes americanos de todos os tempos. A ponto de Orson Welles declarar,…